Carisma, criatividade e performances definem o multiartista Deo Ramos, nome conhecido da noite paulista que entoa canções de Biafra, Peninha, Ednardo, Robson Monteiro e Jessé. Com as casas de shows fechadas por conta da pandemia e sem previsão para reabertura, o performático artista tem feito entrevistas em rádios, TV, lives e, principalmente, shows em sua casa.

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Em entrevista concedida por telefone, Deo Ramos diz que é preciso ser criativo e se reinventar para não cair na mesmice e que, no palco, não se pode medir esforços para a arte. “Quando estou performando uma música, me entrego de corpo e alma ao que estou fazendo. Deixo falar, quem quiser falar. Aquele é o meu momento”, conta Deo.

deo Ramos
Deo Ramos – Divulgação

A referência musical de Deo Ramos vem de vivências empíricas em épocas onde a música tinha um valor ultrapoético: “Minha marca registrada são as músicas nacionais dos anos 80 e 90. Vivi muita coisa boa nessa época e criei muita coisa boa, também. Já não se faz música como antigamente. As gerações mudam e os gostos também. As pessoas mudam muito de gostos”.

Sobre o enfrentamento à pandemia, Deo Ramos ressalta que moldes antigos de apresentações precisam ser revistos: “Estamos vivendo em tempos de experimentar e testar coisas novas. Acredito que aquele que não inventa, não cria, acaba caindo na mesmice. Nós artistas, temos sentido na pele o quanto tá sendo duro se virar nos trinta”.

Deo Ramos atualmente se dedica ao projeto “Deo Ramos #Quarentena ShowEmCasa” em parceria com a TV BOCA, Mogi das Cruzes. O programa é apresentado por Luiz Boca, que também é seu agente.

Para acompanhar Deo Ramos nas redes sociais:
facebook.com/deoramosoficial
instagram.com/deoramosoficial
youtube.com/channel/UCDGDIkyw1CNFbbllU-RvK4A

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