O documentário inédito “Como Somos” abre o mês de celebrações ao Orgulho LGBTQI+ no Canal Brasil. A produção é destaque no dia 1º, às 18h50, e propõe uma reflexão sobre diversos assuntos, como identidade de gênero, transexualidade, saúde, religião e psicologia.

Canal Brasil abre mês de celebrações ao Orgulho LGBTQI+ com documentário "Como Somos”
Divulgação

Com direção de Rafael Botta, o documentário retrata o cotidiano de gays, lésbicas, trans e travestis a partir da década de 1980 e a escalada de violência e homofobia, além de traçar uma cronologia de relevantes conquistas da população LGBTQI+.

O cineasta conta a história da comunidade LGBTQI+ de Bauru, sua cidade natal, nesta produção de alto teor político. Durante o documentário, o roteiro perpassa campanhas de conscientização contra a AIDS, a importância do registro de nome social para homens e mulheres trans, a inclusão no âmbito educacional de discussões relacionadas a gênero e o início da Parada da Diversidade no município.

SERVIÇO

Como Somos
Inédito e exclusivo
Horário principal: segunda, dia 1º de junho, às 18h50
Alternativos: quarta, dia 03/06, às 17h; e terça, dia 09/06, às 11h40
Classificação: 14 anos

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TERRA SEM PECADO

No último dia 22 de maio foi disponibilizado no YouTube o documentário “Terra sem Pecado“, mostrando como os indígenas lidam com a questão da homossexualidade e a homofobia dentro de suas realidades. Este foi baseado na pesquisa “Homossexualidade indígena e LGBTQIfobia no Brasil: duas faces da mesma moeda”.

“Naquela época eu apanhei um pouco dos meus pais, falavam que isso era errado. Vinha uns amigos do meu pai dizendo que eu tinha que ir à igreja com eles e que eu estava manchando o nome do meu pai” – diz Fêtxawewe Taput Guajajara Veríssimo, liderança jovem do Santuário dos Pajés BSB/DF. Segundo os relatos do “Terra sem Pecado“, a homofobia dentro do contexto indígena é uma herança da colonização aliada a falta de conhecimento da população. Veríssimo explica que a diversidade sempre existiu dentro das comunidades indígenas, e naquela época a sociedade aceitava. “Os não-indígenas que trouxeram o preconceito, homofobia e machismo. Não era da nossa identidade cultural”.

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