Na próxima quinta-feira, dia 13 de agosto, a série virtual realizada pelo SESC São Paulo, o #EmCasaComSesc, trará o documentário brasileiro “Divinas Divas“. O longa, de Leandra Leal, mostra a história das divas que foram ícones da primeira geração de travestis no Brasil durante a década de 60. Para assistir gratuitamente, basta acessar a plataforma de streaming Sesc Digital e escolher o longa.

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O Divinas Divas relembra que o Teatro Rival, localizado na Cinelândia, no Rio de Janeiro, foi um dos primeiros a trazer essa parcela da população, graças aos esforços do avô da diretora, o dramaturgo Américo Leal.

O filme conta com depoimentos de pessoas muito famosas, como Rogéria, Jane Di Castro, Divina Valéria, Camille K, Fujika de Halliday, Eloína dos Leopardos, Marquesa e Brigitte de Búzios.

Além de Divinas Divas, outros três filmes chegarão a plataforma de streaming, incluindo o Dheepan – O Refúgio, longa francês que ganhou a Palma de Ouro no Festival de Cannes; Trago Comigo, longa brasileiro que explora a história de um diretor de teatro  aposentado; e o Homem da Lua, ficção infantil que conta a história de uma pessoa que não aguentava mais viver sozinho no satélite natural da Terra.

Reprodução

O Cinesesc é um dos cinemas de rua mais conhecidos de São Paulo, iniciando seu funcionamento no dia 21 de setembro de 1979, na Rua Augusta, e procurando difundir o que chamam de “cinema de qualidade”, exibindo obras que não necessariamente entram no circuito comercial. A ideia é dar visibilidade para produções do mundo inteiro, incluindo grandes ou pequenas produções.

Por essa razão, ele também recebe festivais importantes do calendário cinematográfico paulista, como o Festival Mix Brasil e o Festival Internacional de Curtas Metragens de São Paulo.

Serviço:
Cinema #EmCasaComSesc

Toda semana, sempre a partir de quinta-feira, tem quatro novos filmes para streaming:

sescsp.org.br/cinemaemcasa

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Jornalista formado pela PUC do Rio de Janeiro, dedicou sua vida a falar sobre cultura nerd/geek. Gay desde que se entende por gente, sempre teve um desejo de trabalhar com o público LGBT+ e crê que a informação é a melhor arma contra qualquer tipo de "fobia".