Gravada em 2018, “Pele Preta”, de Gê de Lima, aguardava um momento especial para o lançamento. A música ganhou vida em um videoclipe produzido pelo próprio cantor sob isolamento social. Pensando no formato para o IGTV, do Instagram, o single posteriormente será lançado em outras plataformas digitais.

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PELE PRETA surge na quarentena, em meio ao isolamento social. A música de Gê de Lima, gravada em 2018, ganhou vida em um videoclipe filmado, editado e produzido pelo próprio cantor. Pensado para celulares, dispositivos móveis e com imagens captadas na vertical, o clipe lançado hoje sexta feira dia 17 exclusivamente no IGTV, será posteriormente lançado em outras plataformas digitais. Nessa criação, Gê explorou o universo de sua laje e de seu corpo sob a luz do sol, num clima descontraído, dançante e embalado pelo swing da música negra. A afetividade entre corpos negros é tema central da música e o clipe traz elementos da tradição cultural de povos pretos, como o ato de trançar e a conexão com os cabelos crespos, alternando com momentos de amor, intimidade, dança e descontração. Ficha Técnica: Composição: @gedelima_ No Quarto Produções Fonograficas Estúdio KZM Músicos: @lelloaraujobatera @rodrigo_viturino @luisvisciano @l_rubinho Apoio: @quebramundo Designer gráfico: @vodu.vic Participação: @felipe.preto_ Cabelos: @tranca.d.preto #pelepreta #gedelima #tranças #cabelo #trançadpreto #lgbtqia #lgbt #pelenegra #afetividade #afetividadenegra #quarentena #funk #soul #sol #laje

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Artista do Grajaú, periferia da SP, Gê de Lima levanta pautas sociais a partir de sua própria realidade em seus clipes. Em “Fotografia”, de 2017, protagonizou um romance gay para alavancar a representatividade LGBT+ negra. No trabalho posterior, intitulado de “Acaso”, Gê questiona padrões de afetividade, partindo das questões de raça e gênero. 2018 foi o ano em que cantor lançou “Textura”, que abordava a estética negra. No último ano, Lima lançou “Estaremos Lá”, clipe-manifesto contra a desigualdade social.

Nesta criação, de 2020, Gê explorou o universo de sua própria laje e de seu corpo sob a luz do sol, num clima descontraído, dançante e embalado pelo swing da música negra. A afetividade entre corpos negros é tema central da música e o clipe traz elementos da tradição cultural de povos pretos, como o ato de trançar e a conexão com os cabelos crespos, alternando com momentos de amor, intimidade, dança e descontração.

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