A Bacia de Proust retrata um solo performático, onde acompanharemos o personagem relatando suas dores internas e existenciais. Pierre realiza um ritual que o faz repensar a sua vida como se fosse uma ficção criada para ele. Vai revelando suas angústias, seus relacionamentos, medos e a infância frágil de um menino sensível, à medida que vai realizando os banhos de assento. Os amores se polarizam nas histórias do primeiro beijo e de Maurice, atual amante. Suas memórias são ativadas sempre que o ritual se reinicia.

A Bacia de Proust. Foto: divulgação
A Bacia de Proust. Foto: divulgação

SERVIÇO

A Bacia de Proust

Monólogo
De: Roberto Muniz Dias.
Dir.: Edinho do Monte.
Com: Márcio Gomes.


Teatro Décio de Almeida Prado

Rua Cojuba, 45 – Itaim Bibi – São Paulo, SP
Tel: (11) 3079-3438.

Quinta-feira, 20 de junho às 21h
Sexta-feira, 21 de junho às 21h

R$ 30
Censura: 16 anos


Peça ‘Somos Tão Jovens’ reestreia em São Paulo

Com texto de Vinícius de Oliveira e direção de Ricardo GrassonSão Paulo recebe a terceira temporada do espetáculo Somos Tão Jovens. A peça foi inspirada no espetáculo “Garotos”, de Leandro Goulart, no filme “Hoje Eu Quero Voltar Sozinho”, de Daniel Ribeiro, e no livro “As Meninas”, de Lygia Fagundes Telles.

Com texto Vinícius de Oliveira e direção de Ricardo Grasson, "Somos Tão Jovens" está indicado ao Prêmio Aplauso Brasil na categoria Voto Popular
Com texto Vinícius de Oliveira e direção de Ricardo Grasson, “Somos Tão Jovens” está indicado ao Prêmio Aplauso Brasil na categoria Voto Popular. Foto: Divulgação

O espetáculo traz a história de seis adolescentes que se sentem livres para expressar e compartilhar tudo que estão sentindo e vivendo, sem filtros nem meias palavras. Suas dúvidas, seus medos e suas angústias se alternam com as alegrias, erros e acertos das personagens vividas por Júlio Oliveira (Théo), Gabriel Moura (Renato), Fernando Burack (Daniel), Danillo Branco (Guilherme), Luís Fernando Delalibera (Plínio) e Marcos Oli (Beto).

Ambientado em cenários lúdicos de uma metrópole (um barzinho, um apartamento, um terraço), os temas abordados são tão diversos quanto as questões que sempre povoaram a vida dos jovens na fase de amadurecimento. O espectador é conduzido por um universo surreal, recheado de medos, incertezas, sonhos, alegrias, angústias, paixões, rebeldias e devaneios. No decorrer da trama, afloram questões ligadas a preconceitos, uso de drogas, relacionamentos afetivos e sexualidade.

O diretor Ricardo Grasson comenta que Somos Tão Jovens está em plena sintonia com os dias atuais, onde os diálogos são cada vez mais difíceis. Ele explica que a aposta da direção na simplicidade e na mensagem direta para o jovem confere dinamismo e fluidez à encenação. “O teatro tem a característica de mostrar a vida como ela realmente é para, assim, propor questionamentos. Não importa se é clássico ou contemporâneo, o bom do teatro é a possibilidade de falar do ser humano com todas as camadas que o envolve”, disse ao Jornal do Dia. Mais informações neste link.

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