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Por meio do cinema e com uma programação complementar, o Sesc Ipiranga hospeda a Mostra Ser, onde o público poderá conferir em uma sala de estar, uma seleção de filmes coma a temática LGBT+, entre eles:

Cena do curta "Nosso Amor Existe"
Cena do curta “Nosso Amor Existe”

CURTAS
– Eu não quero voltar sozinho (2010), de Daniel Ribeiro, que trata sobre um adolescente deficiente visual que vive a inocência da descoberta do amor e da homossexualidade;

– Não gosto dos meninos (2011), de André Matarazzo e Gustavo Ferri, mostra brasileiros gays, bis e trans que contam suas experiências, escolhas, dilemas e desejos na intenção de mostrar que, diferente ou não, todos podem ser felizes;

– A arte de andar pelas ruas de Brasília (2011), de Rafaela Camelo, apresenta as amigas Ana e Leila, que passam os dias se divertindo pelas ruas de Brasília, até que a descoberta de novos sentimentos vêm a tona;

– Antes das palavras (2013), de Diego Carvalho Sá, mostra a crescente atração entre os colegiais Célio e Dário;

– Nosso amor existe (2016), de Ricardo Puppe e Theo Borges, apresenta histórias de casais homoafetivos, abordando temas como relacionamento, medos, angústias, preconceito, desafios, e claro, amor.

Linn da Quebrada no documentário Meu Corpo é Político
Linn da Quebrada no documentário Meu Corpo é Político

MÉDIAS e LONGAS-METRAGENS
– Meu corpo é político (2017), dirigido por Alice Riff, documentário que mostra o cotidiano de homens e mulheres transexuais, sobretudo negros e moradores das periferias. Após a exibição do filme, no dia 26 de abril, a partir das 19h no Teatro, haverá um pocket show com a travesti Linn da Quebrada.  

Meu nome é Jacque (2016), com direção de Angela Zoé, um documentário que narra a história de Jaqueline Rocha Côrtes, uma mulher transexual brasileira que vive com Aids há mais de 20 anos.

– Vozeria (2015), documentário dirigido por Raphaela Comisso, que articula depoimentos de oito pessoas importantes do movimento social, que trazem à tona reflexões sobre gênero, sexualidade e direitos humanos, tendo em vista os papéis que a linguagem assume na produção e manutenção de violências.

– Guigo Offline (2016), dirigido por René Guerra, conta a história de um jovem que está viajando com o pai e precisa lidar com duas coisas: a falta de conexão com a internet e com o genitor. Este foi filme o grande vencedor do Festival Mix Brasil 2017.

Cena do Filme Guigo Offline. Crédito: Julia Zakia
Cena do Filme Guigo Offline. Crédito: Julia Zakia

DEBATES
Uma série de debates com o tema “A diversidade dos afetos em cena” acontece ao longo da mostra. No dia 27, às 17h30, a cineasta Angela Zoé, do filme Meu nome é Jacque, e a psicóloga Ana Ferri debatem o tema. No dia 28, às 17h, é a vez de Maju Giorgi, personagem do filme Vozeria, e Ana Ferri discorrerem sobre o assunto. Por fim, no dia 29, às 17h, os diretores Rafaela Camelo, René Guerra e Daniel Ribeiroparticipam da discussão com mediação de Ana Ferri.

Todas às terças-feiras, entre 3 e 24 de abril, o cineasta e jornalista Lufe Steffen realiza o curso LGBTs no Cinema Brasileiro – Panorama Histórico Séculos XX e XXI. Ele vai traçar uma linha do tempo da representatividade no cinema nacional, comentando e exibindo pequenos trechos de filmes que trazem personagens LGBTs em suas tramas. As aulas acontecem no Espaço de Tecnologias e Artes do Sesc Ipiranga entre às 19h e às 21h.

SERVIÇO
Mostra Ser
De 03/04/2018 a 29/04/2018 – domingo, 10h ÀS 18h
SESC IPIRANGA – Rua Bom Pastor, 822, Ipiranga – São Paulo, SP
Grátis

Consulte a programação completa da Mostra aqui.

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