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Gali Galó se identifica como pessoa não binária e é um dos nomes de destaque da atual cena do queernejo brasileiro. Seu disco de estreia, homônimo, entrou nas principais plataformas digitais no último dia 20. O álbum tem produção musical de Mônica Agena e apresenta 13 faixas autorais.

Natural de Ribeirão Preto, interior de São Paulo, cresceu correndo pelas fazendas nas cidades vizinhas, observando as festas de Santo Reis e as modas de viola caipira. Quando se mudou para a capital paulista, encontrou na cena indie uma válvula de escape para explorar suas potências artísticas e de gênero. A partir de então, sua cultura interiorana passou a se misturar com as influências urbanas numa assinatura específica que faz deste disco um caldeirão de múltiplas referências sonoras e temáticas.

Gali também criou o Fivela Fest, o primeiro festival queernejo do Brasil, e chegou a  ganhar, em 2021, o troféu Poc Awards do GayBlog BR na categoria Música Poc Brasileira.

“Quando Gali Galó surgiu, a ideia principal era proteger minhas emoções atrás de ume personagem que não tem medo do ridículo. Ao mesmo tempo em que, esse mesme personagem, levanta questões muito sérias para a comunidade LGBTQIAPN+, como a liberdade de amar e o respeito às identidades diversas de gênero. Gali Galó é isso: uma mistura de dor com humor”, reflete Gali.

Sertanejo não binário: Gali Galó lança álbum autoral com 'sofrência' e humor
Gali Galó – Foto: Mah Matias

Das 13 faixas do álbum, seis já foram lançadas ao longo de 2021 e 2022, sendo “Fluxo” feat. Aíla, “Caminhoneira”, “Aceita”, “Na frente dos bois” feat. Gabeu, “Amor de Furacão”, “Lero-Lero”. Outras sete faixas inéditas são apresentadas na obra, sendo “Três passinhos da derrota” sua música de trabalho.

“Gravar esse disco demorou cinco anos. Foram muitas dúvidas antes de encontrar minha assinatura. Finalmente acredito que chegamos num lugar que tem a minha cara: sofrência com diversão. Eu e Mônica (Agena, produtora musical) fizemos questão de reunir uma equipe que, metade dialoga com o sertanejo, e a outra metade com o indie. Mal posso entender a sensação de finalmente estar lançando um disco inédito”, celebra Gali Galó em relação ao novo álbum.

Ouça Gali Galó nas principais plataformas digitais.

Ficha Técnica – Gali Galó, 2023

Composição e Voz: Gali Galó
Produção Musical e Programações: Mônica Agena
Participações Especiais: Gabeu, Aíla e Alice Marcone
Instrução de Segunda Voz: Gabeu
Bateria: Nico e Bolha
Sanfona e Piano: Thais Andrade
Guitarra: Theo Charbel e Mônica Agena
Baixo: Érica Silva, Lana Ferreira e Mônica Agena
Violão: Felipe Miranda e Mônica Agena
Sintetizador: João Deogracias
Percussão: Rodrigo Corrêa
Viola Caipira em “Horizonte”: Vitória da Viola
Contrabassetto, Arco e Pizzicato em “Já Deu”: Pablo Arruda
Mixagem e Masterização: Guigo Berger e Pedro Serapicos
Assistência de Engenharia de som: José Miziara
Assessoria para Lançamento: Victoria Lins
Fotos de divulgação e de Capa: Mah Matias
Figurino de Capa: Ateliê Vivo
Maquiagem: Gustavo Máximo
Design de Capa: Pepe Ferreira
Distribuição e Editora: Tratore
Produção de shows: Lita Records
* As únicas composições do disco que não são de Gali Galó são “Três Passinhos da Derrota” de Rodrigo Correa e “Meu Problema é Te Amar Demais” de Naíra Debértollis e Marcela Coraiola.




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