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Desde o último dia 10 de março, circulam nas redes sociais diversas publicações pedindo que os homens gays ficassem atentos a um possível assassino em série na cidade de São Paulo (SP). A fim de abordar o assunto, na próxima quarta-feira (16), uma live com a perita Drª. Rosângela Monteiro e o Professor Dr. Tiago Pavinatto, no canal Operação Policial, irá problematizar o que é verdade nessa história.

O programa “Investigação Criminal” é apresentado por Beto Ribeiro (Foto: Reprodução/ Instagram)

Marcada para às 12h, a live intitulada “Investigação Criminal especial – Novo Serial Killer em São Paulo?”, abordará três casos de pessoas encontradas mortas com sacos plásticos na cabeça. O primeiro caso ocorreu em 11 de setembro de 2021, com o ator Luis Carlos Araújo, que foi encontrado morto em sua casa na região central de São Paulo. Deitado em sua cama, com um saco plástico na cabeça, ele não apresentava sinais de violência. O IML marcou como causa de morte uma possível asfixia acidental causada pelo próprio Luis.

Nove dias após a morte do ator, a polícia é chamada para investigar um outro homem encontrado morto com sacolas plásticas na cabeça, no bairro da Móoca. Luiz Henrique Giurno, de 39 anos, estava de passagem pela capital paulista, hospedado num hotel simples, enquanto aguardava seu carro ficar pronto para voltar para sua cidade natal.

No dia 3 de março de 2022, Wellington Henrique Cirino Cardoso, de 25 anos, também foi encontrado morto com várias sacolas plásticas na cabeça. Morador do bairro de Pinheiros, em São Paulo, ele foi encontrado pelo namorado do ex-marido em um apartamento. Com exceção de Luiz Henrique, as outras duas vítimas eram homossexuais declarados, o que levantou suspeita de um novo serial killer estar atacando a comunidade LGBTQIA+ em São Paulo.

A live também contará com a presença do Dr. Roberto Monteiro, delegado reponsável pelo caso do ator Luis Carlos Araújo. A conversa com as autoridades buscará responder questões como: “Do pânico à uma quase histeria coletiva, o que é verdade em tudo isso? Luis Carlos, Luis Henrique e Wellington foram, de fato, vítimas de um mesmo criminoso, cuja assinatura seria a morte por asfixia com sacolas plásticas, ou tudo não passa de uma terrível e triste coincidência?”.

Cartaz (Foto: Reprodução)



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Jornalista gaúcho formado na Universidade Franciscana (UFN) e Especialista em Estudos de Gênero pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM)