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A rapper Fernanda Medrado se pronunciou nas redes sociais após um de seus filhos ser alvo de comentários homofóbicos feitos por um vizinho, no último sábado (8), e acionou a polícia. A artista é mãe de Josh e Bryan, frutos de um relacionamento com o ex-marido, o produtor DJ Claytão. Com informações do site Uol.

(Foto: Reprodução)

Através do Instagram, a ex-participante deA Fazenda 13 e do Power Couple 5abriu uma live e relatou que um de seus filhos estava brincando na quadra do condomínio onde mora, quando percebeu que o vizinho passou a chamá-lo de “viado” e “mariquinha”.

De acordo com Medrado, ao perceber a cena, ela começou a xingar o vizinho que, imediatamente, se escondeu no apartamento e não rebateu a artista. “Eu vi lá da minha janela esse p*u no c* chamar meu filho de mariquinha. Tá? Eu quero ver mexer com meu filho! Tá para nascer… Filho da put*. Mariquinha é o caralho! Mesmo se fosse… Folgado, achou ruim vai na minha porta”, disse.

Medrado chamou a guarda e pediu para que o morador descesse para pedir desculpas ao seu filho, senão ela chamaria a polícia. “[…] Uma mulher, que é mãe também e que mora na torre desse cidadão, se ofereceu para ser testemunha porque ela disse que ouviu tudo”, disse a rapper.

(Foto: Reprodução/ Instagram)

Em seu perfil no Instagram, a cantora também contou que o vizinho em questão, não quis descer por espontânea vontade. “Demorou um tempão para ele descer, mas desceu. Isso na presença dos policiais. Olhei no olho dele. Desceu a esposa também, ela ficou me encarando. Algumas pessoas do condomínio disseram que ele é advogado, pra mim, não importa”, declarou.

“Chamei a polícia porque essas pessoas não podem ficar impunes. Nisso, ele negou o que disse, porém, em determinado momento, ele se desculpou com meu filho por dizer que a voz dele era de menina”, contou Medrado.

Ela ainda ressaltou: “Pelos meus filhos eu vou até o fim. Eu não me importo. Depois a mulher dele disse que era psicóloga, e eu com isso? Ela deveria entender o que isso pode fazer com a cabeça de alguém. Até agora meu filho está sem entender porque foi chamado de ‘mariquinha’.[…] Eu não vou deixar pessoas passarem batidos pela minha vida, principalmente, com relação a preconceito. Meu filho é uma criança, ele não sabe de nada ainda”.




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Jornalista gaúcho formado na Universidade Franciscana (UFN) e Especialista em Estudos de Gênero pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM)