São Paulo terá festival só com artistas trans

Primeira edição do Chama Festival acontece no feriado, dia 20 de novembro, no Teatro Oficina.

Após sete meses de atividade, a Casa Chama, associação que articula voluntários para suporte nas áreas de saúde, jurídico, cultura e inclusão para a população transvestigênere*, vai comemorar as ações realizadas com um festival na semana da Parada SP.

O Festival Chama tem como objetivo principal divulgar o trabalho da instituição para ampliar as redes e parcerias. A primeira edição, que acontece no dia 20 de junho, terá line-up e todo o staff constituído de pessoas trans.

A programação está dividida em três pilares: inclusão (rodas de conversa), cultura (apresentações artísticas) e empreendedorismo (bazar). Confira:

Rodas de Conversa:

14h00 – Abertura com apresentação da Casa Chama pelo fundador Rodrigo Franco;
14h30 – Roda de devolutiva dos cofundadores, colaboradores e beneficiados do programa;
15h30 – Roda aberta: Antirracismo, escuta ativa, branquitude com Diran Castro e convidados.

Apresentações artísticas:

17h00 – Leitura do manifesto da Casa Chama por Leona Jhovs e apresentação dos artistas Pilas e Ney;
17h30 – Show da artista Marina Matheus;
18h00 – Show da artista Veni + Manauara Clandestina com Animália;
19h00 – Show do cantor Juan Guiã;
20h00 – Show da artista Albert Magno;
21h00 – Show da MC Dellacroix;
22h00 – DJ Kiara, da Batekoo;
23h00 – Encerramento
>>> Nos intervalos participação da DJ Fefa, da Animália.

Bazar:

Translúdica, Vicenta Perrota, Renan Quinalha, Surra de Unha, Bandeyra Nacional.

trans festival chama

Serviço

I CHAMA FESTIVAL – TRANS/VERSALIDADES
Data: Quinta-feira, 20 de junho de 2019 (feriado)
Horário: 13h às 23h
Local: Teatro Oficina
R. Jaceguai, 520, Bela Vista, CEP 01315-010 – São Paulo, SP
Ingressos: de 30 a 60 reais (compre neste link)
Mais informações: https://www.facebook.com/events/429984901170597/

Nas rodas de conversa, estarão Guilhermina Urze – transativista | Diran Castro – consultora | Pedro Pires – estudante de psicologia | Dr. Alexandre Sizillo – médico da UBS de Santa Cecília | Jade Santarosa – preparadora vocal | Luciana Candelmann – psicóloga do Projeto Transcidadania | Joana Waldorf – psicanalista | Ana Paula Roland – assistente social | Raul Ramos e Rogério Aborrage – advogados | Alyne Azuma – tradutora e editora | André Albert – redator e editor | Prof. Dr. Renan Quinalha – professor universitário, pesquisador e escritor | Aladin Sane – escritor e astrólogo | Cinthia Marcelle e Ana Matheus – artistas plásticas | Maurício Ianês – artista e curador de performance do CCSP | Pilas e Ney – artistas, chefs e feiticeiros de cozinha | Alexandre Marques – designer de moda e metafísico | Frederico Costa – professor e arquiteto | Naira Bonifácio e Matheus Soro – administradores | Silvia Almeida – representante da UNAIDS de São Paulo | Karin Di Monteiro – ONG de redução de danos RESPIRE | Luis Knihs – fundador do Espaço Esponja | Anna Paolla, Vivi Lamperth e Gabriela Teles – Projeto Abacaxi da Associação Base Colaborativa.

* Transvestigênere: é um termo inventado por Indianare Siqueira – ativista transvestigênere – que une o significado das palavras travesti, transsexual e transgênero. De acordo com ela “É uma viagem além das roupas, além do gênero. É uma viagem de uma pessoa que pode transitar a todo momento como quiser, sem definições, mas ao mesmo tempo é possível escolher uma dessas definições que mais lhe aproveite”.

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