Adobe Stock lança banco de imagens e vídeos que celebram a diversidade

Fotógrafos e ilustradores interessados podem se cadastrar gratuitamente na plataforma da Adobe e comercializar seus trabalhos

Com o propósito de dar visibilidade à diversidade e fomentar a inclusão, a Adobe acaba de lançar mais uma galeria de fotos, vídeos e ilustrações que celebram a diversidade ao redor do mundo.

Os materiais podem ser encontrados no Adobe Stock. Qualquer fotógrafo ou ilustrador interessado pode contribuir com o projeto. Basta se cadastrar gratuitamente na plataforma para comercializar seus trabalhos.

“A diversidade é um valor muito importante para a empresa, tanto internamente quanto em nossos conteúdos. Com isso em mente, idealizamos iniciativas para promovê-la porque acreditamos que esse é um dos caminhos para desmistificar preconceitos e vieses negativos. Temos muito orgulho do trabalho que estamos desenvolvendo com Adobe Stock e esperamos encorajar os nossos clientes – e todo o ecossistema – a, por meio do uso de imagens livres de estereótipos em suas campanhas, se engajarem e reverberarem o tema”, destacou Bruno Barradas, Gerente de Desenvolvimento Estratégico de Negócios da Adobe.

Posts com temas LGBT+ tiveram um crescimento de 96% em 2019

O dia 13 de junho de 2019 tornou-se histórico para comunidade LGBT brasileira, com a criminalização de qualquer ato de discriminação por orientação sexual e identidade de gênero pelo Supremo Tribunal Federal. A Kantar fez uma análise usando sua solução de social listening para identificar o que esorgulho,tava sendo comentado e o que motivava a discussão nas redes sociais no mês de junho e precedendo o Dia do Orgulho LGBT, celebrado no dia 28.

Enquanto em 2018 houve a publicação de 866 mil posts, 2019 presenciou mais de 1,7 milhão de posts com temas relacionados ao Orgulho LGBT – um crescimento de 96%.

Entre janeiro e junho dos dois anos, os principais picos aconteceram no Dia Internacional de Combate à Homofobia (17 de maio). Mas em 2019 houve um novo pico em fevereiro, quando o Supremo Tribunal Federal começou a discutir a criminalização da homofobia, comparando-a ao crime de racismo.

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