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A atriz Maitê Proença (63) e a cantora Adriana Calcanhotto (55) estariam tendo um romance, segundo nota publicada pela revista Veja na última sexta-feira, dia 10 de setembro. Ainda segundo a publicação, as duas não estariam escondendo a relação de amigos e familiares.

A nota da revista Veja diz: “Com a vida social voltando aos poucos, novos pares vão se formando. Nesse roteiro se encaixam duas famosas: a atriz Maitê Proença, 63 anos, e a cantora Adriana Calcanhotto, 55, vêm circulando juntas em jantares, reuniões, rodas de violão e pequenos encontros nas casas dos muitos amigos que já tinham em comum, numa relação de admiração mútua que vai além da amizade pura e simples — e isso não é segredo para quem convive com as duas. ‘Elas formam um casal e parecem bem felizes’, resume uma pessoa próxima. Discreta, Maitê desconversa quando perguntada sobre seu relacionamento com a cantora, iniciado há poucos meses. ‘Não sou muito de abrir a minha intimidade, prefiro preservar alguns assuntos’, disse a VEJA” (sic).

Em sua conta oficial do Instagram, Calcanhotto publicou um print da matéria, mas não confirmou nem negou o romance, apenas debochou do veículo pela ausência de crase em na última frase (“disse a VEJA”, quando na verdade, “Maitê disse à VEJA”).

“Disse a Veja que Maitê disse à Veja”, brincou Adriana.

Nos comentários, Proença deu sequência à piada: “A Veja disse isso da própria Veja?”.

Reprodução

A crase se dá à união da preposição “a” com o artigo definido “a(s)”, ou com o “a” inicial dos pronomes demonstrativos “aquele(s)”, “aquela(s)” e “aquilo”, ou, ainda, com o “a” inicial dos pronomes relativos “a qual” e “as quais”. Ao acento indicador de crase, dá-se o nome de acento grave. Se usa quando o complemento de um verbo exige a preposição “a” for um substantivo feminino antecedido de artigo feminino “a”.

Adriana Calcanhotto reage à ausência de crase na nota sobre Maitê Proença
Adriana e Maitê – Reprodução

VAI TER BOLINHO?

Adriana Calcanhotto foi casada por 26 anos com a cineasta Suzana de Moraes, filha de Vinicius de Moraes, falecida em 2015 por um câncer. Já Maitê Proença, teve vários casamentos heteroafetivos, sendo o primeiro com Paulo Marinho, por 12 anos, com quem teve uma filha, e o empresário Zé Maurício Machiline.

Segundo o jornal Extra, foi o próprio Machline que serviu de “cupido” para o relacionamento das duas, quando as convidou para sua casa em Angra dos Reis, no Rio de Janeiro. Zé e Maitê namoraram por três anos, e o término não impediu os dois de continuarem amigos, já que antes do próprio relacionamento, eles já eram muito amigos.

Proença estava reclamando publicamente da dificuldade de conseguir um novo amor durante a pandemia. Já Calcanhotto se dividia entre Brasil e Portugal, onde ela dá aula na Universidade de Coimbra, mas devido ao isolamento social, ela não pôde mais viajar e permaneceu mais tempo no Brasil.

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Jornalista formado pela PUC do Rio de Janeiro, dedicou sua vida a falar sobre cultura nerd/geek. Gay desde que se entende por gente, sempre teve desejo de trabalhar com o público LGBT+ e crê que a informação é a a melhor arma contra qualquer tipo de "fobia"