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O ator Daniel Craig (53) disse, no podcast “Lunch with Bruce” apresentado por Bruce Bozzi, que prefere frequentar bares LGBTs do que héteros por ser um ambiente bem menos agressivo. As informações são do Insider e Yahoo News.

“Eu vou para bares gays desde que eu comecei a sair. uma das razões é porque eu não preciso brigar em bares gays”.

Além disso, Craig também disse que consegue “chegar” em mulheres cisgênero e heterossexuais em bares LGBT, já que elas também tendem a ir mais para esses lugares com o objetivo de fugir de um ambiente tóxico.

Bozzi, que é gay, relembrou que ele tem uma amizade de muitos anos com Craig e que, uma vez, ambos foram vistos juntos dentro de um bar gay em Roosterfish, em Venice Beach, Califórnia, e que na época gerou especulações da mídia sobre a possibilidade de ambos estarem tendo um caso.

Vale dizer que o “007 – Sem tempo para morrer”, lançado recentemente, é o quinto e último filme de Daniel Craig como James Bond, encerrando a história dele no cine-seriado.

“Não pensei que iria fazer outro filme depois de ‘Spectre’. Pensei genuinamente que iria apenas guardar 007 na memória”, disse Craig à Reuters (via CNN).

“Mas estou tão feliz que tive a oportunidade de fazer este filme. Nós amarramos muitas pontas soltas. Tentamos contar uma história com todos os meus filmes Bond. É como se todos eles estivessem conectados de alguma forma e este aqui, de certa forma, o encerrou”.

Daniel Craig disse que prefere bares gays: "Os héteros são muito tóxicos"
Reprodução

Com quase três horas de duração, o filme, dirigido por Cary Joji Fukunaga, promete a habitual ação Bond, perseguições de carros e acrobacias em locais pitorescos, incluindo as cavernas da cidade de Matera, no sul da Itália.

Ele apresenta a nova personagem Nomi, interpretada pela atriz negra Lashana Lynch e descrita simplesmente como um agente 00 no antigo emprego de Bond, o serviço de espionagem estrangeiro MI6, do Reino Unido. Ela parece tão feroz e habilidosa quanto Bond.

“Ela também é um ser humano. Ela é centrada, vem de um bom passado e aproveita todas as oportunidades que tem, realmente faz acontecer. Ela mudou as coisas no MI6 e continuará a fazer isso”, disse Lynch.

“É inovador para as mulheres negras, para a minha cultura, para a franquia também, que já tem durado um longo tempo”.

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Jornalista formado pela PUC do Rio de Janeiro, dedicou sua vida a falar sobre cultura nerd/geek. Gay desde que se entende por gente, sempre teve desejo de trabalhar com o público LGBT+ e crê que a informação é a a melhor arma contra qualquer tipo de "fobia"