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O garoto de programa Jean Ferreira Leal (27), o Hulkinho do Tráfico, foi preso de novo em Brasília, desta vez sendo suspeito de furtar o carro de um primo em um bar localizado em Candangolândia, uma cidade satélite. As informações são de O Globo.

Hulkinho é suspeito de ter pegado as chaves, e saído com o veículo sem autorização, que até então estava em frente ao bar que é propriedade do primo dele. O carro foi localizado horas depois em um estacionamento “comumente utilizado por criminosos com local para deixar veículos roubados/furtados até que as buscas por ele ‘esfriem'”.

A Polícia Civil informou que o GP foi localizado em um bar que costumava frequentar, dessa vez no Guará 2, nos arredores de Brasília. Hulkinho tentou se esconder quando percebeu a chegada dos agente, mas mesmo assim acabou detido. Ele foi preso e a fiança para ser liberado agora é no valor de R$ 50 mil.

Em setembro, ele foi preso em flagrante negociando um tipo de cocaína conhecida como “escama de peixe“, que contém um alto grau de pureza quando comparado a cocaína comum.

No mesmo dia da prisão de “Hulkinho“, seu fornecedor, cujo nome não foi divulgado, também foi preso; e também foi liberado com tornozeleira eletrônica.

“Esse tipo de comércio, de sexo juntamente com a venda casada de drogas, é muito comum aqui na região central de Brasília. A gente já fez várias prisões e esse pessoal geralmente se conhece. As investigações nesse sentido continuam, outras pessoas com certeza serão presas” — disse o delegado-chefe da 5ª DP, Gleyson Gomes Mascarenhas.

"Hukinho do tráfico" é preso novamente
Reprodução

As investigações concluíram que Hulkinho vendia drogas para clientes de alto poder aquisitivo, geralmente durante seus programas, e em festas direcionadas aos LGBT+, em especial o público gay masculino. As drogas também eram vendidas a outros garotos e garotas de programa e por aplicativos de conversas e mensagens com local de entrega previamente acordado.

Segundo o delegado, a forma dele agir é comum na região central de Brasília e o objetivo é que novas prisões sejam feitas.

“Várias pessoas são investigadas aqui na delegacia. Esse tipo de comércio ficou bem comum aqui por causa do alto valor arrecadado. É um tipo de venda de droga mais seguro, que não é feito em esquinas. Já foram presos outros garotos e garotas de programa” — afirmou Mascarenhas.

O delegado disse ainda que “novas pessoas com certeza serão presas” baseadas em investigações de venda casada de sexo e drogas. No caso específico de “Hulkinho”, Mascarenhas contou que ele agia individualmente, mas que conhece outras pessoas que atuam da mesma forma e estão sendo monitoradas pela delegacia.

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Jornalista formado pela PUC do Rio de Janeiro, dedicou sua vida a falar sobre cultura nerd/geek. Gay desde que se entende por gente, sempre teve desejo de trabalhar com o público LGBT+ e crê que a informação é a a melhor arma contra qualquer tipo de "fobia"