Após Edgard Corona, proprietário da rede de academias Smart Fit, ter sido alvo de investigação por um esquema de patrocínio e impulsionamento de fake news, milhares de consumidores se mobilizaram para cancelar o contrato com a empresa.

No entanto, muitos alunos começaram a denunciar que as unidades da Smart Fit estavam dificultando o cancelamento do contrato. A advogada Marcela Barreta fez até um passo a passo de como proceder para o cancelamento de contrato e ainda se dispôs a entrar com ação judicial caso a empresa se negue a cancelar o contrato e devolver o dinheiro.

Segundo a Agência O Globo, o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) instaurou no dia 16 de junho, por meio da 2º Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva e Defesa do Consumidor e do Contribuinte da Capital, um inquérito civil para apurar uma possível prática abusiva de violação de direitos dos alunos.

Por sua vez, a Smart Fit tem até quinta-feira para se manifestar com relação aos fatos, apresentando à Justiça documentos que comprovem que a academia está de acordo com o Código de Defesa do Consumidor. O Código estabelece como direito básico do consumidor a proteção contra a publicidade enganosa e abusiva, métodos comerciais coercitivos ou desleais, bem como contra práticas e cláusulas abusivas ou impostas no fornecimento de produtos e serviços.

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