A Parada LGBT de Sergipe será online no próximo dia 30 de agosto, às 15h, no canal Astra LGBT no YouTube, afim de evitar aglomerações. A decisão foi motivada pela pandemia da Covid-19 e seu tema será “Com ou sem pandemia, dê um lockdown em seu preconceito”.

“Entendemos que saúde é o mais importante que não dá para juntar 70 mil pessoas em um evento. Por isso, criamos um canal no YouTube e criamos uma programação com drags, transformistas e representantes dos movimentos LGBT de Sergipe. Será uma parada diferente e digital” – comenta Marcelo Lima, presidente da Adhones e organizador do evento.

Marcelo também diz que o evento vai contar a história do movimento LGBT e também a trajetória da Parada em Sergipe, que chega a 19ª edição este ano.

“Vou falar sobre a trajetória do movimento LGBT de Sergipe, a história das ONGs e também uma retrospectiva de todas as versões da parada” – disse.

Com informações do InfoNet.

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PARADA LGBT DE SÃO PAULO ADIADA PARA 2021

O prefeito de São Paulo, Bruno Covas, anunciou no dia 24 de julho que a Parada LGBT de 2020 foi oficialmente cancelada após sucessivos adiamentos.

Covas disse que as atividades festivas deverão ocorrer a partir de maio.  A data da próxima Parada do Orgulho LGBT+ de São Paulo presencial está marcada para o dia 06 de junho de 2021.

“A Parada no ano passado juntou três milhões e trouxe um benefício de R$ de 404 milhões. Eu gostaria de agradecer à organização por entender esse motivo e cancelar a realização da parada de forma voluntária em 2020”, disse Bruno Covas.

O produtor cultural Heitor Werneck está à frente da #PARADASOLIDARIEDADE na captação de recursos e produtos que serão levados diretamente às ONGs cadastradas junto à ASSOCIAÇÃO DA PARADA DO ORGULHO LGBT, de São Paulo. A campanha visa urgência pela aproximação do inverno, onde a vulnerabilidade aumenta. Continue lendo.

Parada LGBT de Sergipe de 2020 será online
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Jornalista formado pela PUC do Rio de Janeiro, dedicou sua vida a falar sobre cultura nerd/geek. Gay desde que se entende por gente, sempre teve um desejo de trabalhar com o público LGBT+ e crê que a informação é a melhor arma contra qualquer tipo de "fobia".