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De acordo com informações apuradas pelo site TMZ, o promoter Michael Alig (54), foi encontrado morto. A suspeita da polícia é que ele teve uma overdose de heroína.

Um amigo do Michael foi até a casa dele, em Nova York, depois da meia-noite do último dia 25 de dezembro, e o encontrou sem vida. Informações preliminares também apontam que havia frascos e outros recipientes vazios ao seu redor.

Muito popular na cena clubber da década de 1990, Alig já foi levado várias vezes para clínicas de reabilitação. Em 1995, seu chefe, Gatien, o levou para uma clínica e logo em seguida o demitiu de sua função.

Promoter Michael Alig é encontrado morto; Suspeita-se de overdose de heroína
Reprodução

Alig, em 1996, foi a suspeito do assassinato do traficante de drogas André “Angel” Melendez. Acompanhado de seu namorado, Alig teria atirado em Angel, mas ele argumentou que todos estavam tão drogados que ninguém lembra direito do que aconteceu. Ambos foram presos e saíram da cadeira em 2014. Em 2017, Alig teve que enfrentar novamente a justiça por ter utilizado metanfetamina, mas acabou trocando sua prisão por uma liberdade condicional.

Macaulay Culkin interpretando Alig em "Party Monster" - Reprodução
Macaulay Culkin interpretando Alig em “Party Monster” – Reprodução

PARTY MONSTER

O clubber ficou mundialmente conhecido através do filme “Party Monster”, de 2003, onde seu personagem foi interpretado por Macaulay Culkin. O longa-metragem foi baseado na biografia de James St. James (“Disco Bloodbath”), que descreve como a vida de Alig foi afetada pelo vício em drogas. Um documentário de 1998 sobre o assassinato de Angel Mendez, “Party Monster: The Shockumentary”, foi utilizado para certos elementos do filme.

“Party Monster” foi nomeado para o Grande Prêmio do Júri em 2003 no Sundance Film Festival. Ele também teve um lançamento limitado e não rendeu o sucesso comercial esperado, arrecadando apenas US$ 742.898 no mercado interno, sendo que seu orçamento total foi de US$ 5 milhões. Ele também recebeu muitas análises negativas, sendo considerado tedioso e “arrastado”.

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Jornalista formado pela PUC do Rio de Janeiro, dedicou sua vida a falar sobre cultura nerd/geek. Gay desde que se entende por gente, sempre teve um desejo de trabalhar com o público LGBT+ e crê que a informação é a melhor arma contra qualquer tipo de "fobia".