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O ator Sérgio Marone (41) concedeu uma entrevista à Quem neste dia 11 de julho e admitiu que faz as postagens ousadas de cueca sabendo do interesse do público em esse tipo de conteúdo.

“Não ligo muito para isso. Eu faço esse tipo de coisa, porque sei que é o que público virtual quer de mim e eu dou esse tipo de conteúdo. Eu costumo ser uma pessoa muito séria e falar dos meus projetos e trabalhos e causas que acredito. Mas, de vez em quando, precisamos fazer umas coisas assim também, mas não por ego. Não me envaideço com isso. Faço simplesmente porque sei que o público gosta. Dou o que eles querem nas redes. Cuido muito da minha saúde há muitos anos, porque tive muito problemas com obesidade e autoestima na adolescência”, revela Marone.

Sérgio Marone sobre fotos sensuais: "Dou o que querem"
Reprodução

Sérgio também comenta sobre a polêmica a respeito da escalação de artistas de acordo com o número de seguidores do Instagram. “Tem as duas coisa ainda: grandes atores que são escalados e não têm Instagram, nem influência nas redes, mas tem muito disso, principalmente no streaming, de escalar o elenco pelos milhões de seguidores, sem estar preocupado com o talento em si. Às vezes, tem gente que tem milhões de seguidores e também tem talento. Tem de tudo. Os artistas também precisam aprender com isso. Nós temos que usar melhor essas ferramentas da internet”, avalia.

“As redes sociais nos aproximam demais do público. Não podemos ter preconceito, porque aprendemos muito com eles também. Essa galera é muito descompromissada no sentido de não se levar a sério e se zoar. Acho isso sensacional. Também tem muita gente inteligente e rápida para criar conteúdo, gravar, editar e colocar no ar em 10 minutos. Fiz um vídeo com o Gustavo Tubarão e em 15 minutos estava publicado. É muito legal fazer essas collab’s porque os dois lados ganham. Também precisamos renovar o nosso público”, diz Sérgio Marone.

Recentemente, Marone foi convidado para São João da Thay e diz que foi uma ótima experiência.  “Sem dúvida nenhuma foi muito mais incrível essa viagem ao Maranhão do que a primeira vez que vim aqui, há 20 anos, pela turma que a Thaynara conseguiu reunir, muito diversa, de diferentes corpos, divertida, interessante, fora a infraestrutura que ela deu para todos os convidados. Foi de fato muito especial. Acho fundamental a acessibilidade PCD, fazendo com que as pessoas com deficiência pudessem circular livremente em toda a programação do evento”, elogia.




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Jornalista formado pela PUC do Rio de Janeiro, dedicou sua vida a falar sobre cultura nerd/geek. Gay desde que se entende por gente, sempre teve desejo de trabalhar com o público LGBT+ e crê que a informação é a a melhor arma contra qualquer tipo de "fobia"