Na última semana, Yann, filho da atriz Claudia Alencar, compartilhou um ensaio fotográfico sensual feito para a Dyo Magazine. O cantor e ativista de 37 anos realiza produções inspiradas em referências clássicas da arte homoerótica e do cinema LGBTQIA+ e, desta vez, teve como inspiração o artista finlandês Tom of Finland, conhecido por suas ilustrações de homens em poses sensuais e trajes de couro.

“Couro e atitude marcam o novo ensaio protagonizado por Yann, que presta homenagem ao universo icônico de Tom of Finland. Fotografado por Thomas Mundell, o editorial resgata o imaginário fetichista que consagrou o artista finlandês como símbolo da cultura gay, com imagens que exploram a masculinidade, o desejo e a liberdade de expressão”, escreveu a Dyo Magazine em suas redes sociais.
Confira alguns registros:




Yann explora identidade e desejo por meio da fotografia
As imagens dos ensaios misturam elementos de erotismo, simbolismo e estética LGBTQIA+, com forte presença de figurinos, poses e referências visuais associadas à cultura gay masculina. Em entrevista à revista Dyo Magazine, Yann refletiu sobre o processo artístico. “Fotografar esse ensaio foi uma experiência profundamente simbólica e emocionante pra mim. A arte dele sempre teve um papel importantíssimo na construção da identidade e da liberdade estética dentro da cultura LGBTQIA+. Ele desafiou tabus, criou novas representações de desejo e masculinidade, e abriu espaço pra que muitos pudessem se ver com orgulho em imagens ousadas, poderosas e sem censura”, disse.
Segundo ele, a fotografia o ajudou a enxergar seu corpo com mais generosidade e propósito, transformando vulnerabilidade em discurso visual: “Descobri que posso usá-lo não só pra provocar ou seduzir, mas pra contar histórias, provocar reflexões e homenagear a cultura LGBTQ+. Existe algo muito bonito em transformar vulnerabilidade em imagem e arte”. Os ensaios vêm sendo publicados em seu perfil no Instagram e têm repercutido entre seus seguidores.

Questionado sobre a provocação e a reação do público, Yann foi enfático em sua resposta: “Eu nem penso tanto na provocação como objetivo. Meu instinto é criar imagens que sejam libertadoras pra mim e que reflitam meus sentimentos e minha vontade de experimentar. A provocação, quando acontece, acaba sendo uma consequência natural desse processo. Sempre acreditei na arte como forma de transgressão, de questionamento, de expressão honesta”.

Além dessa produção, Yann também participou de outros dois ensaios em parceria com o fotógrafo Thomas Mundell. Um deles faz referência ao filme Pink Narcissus, lançado em 1971, enquanto o outro se inspira em Querelle, longa dirigido por Rainer Werner Fassbinder em 1982 e baseado na obra de Jean Genet.
18 fotos de Eric Lanuit que recriam o universo de ‘Tom of Finland’
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