O ex-ator de conteúdo adulto Alexandre Frota, 61 anos, falou recentemente sobre o período em que fez parte da indústria de filmes adultos. Durante o programa Domingão com Huck, da Globo, ele contou que entrou no mercado pornográfico nos anos 2000 por necessidade financeira. O texto contém informações do site Splash UOL.

Carreira de Frota foi motivada por dificuldades financeiras
A estreia de Frota no setor aconteceu em 2004, quando ele procurou a produtora Brasileirinhas. Na época, enfrentava dificuldades financeiras e pediu R$ 500 mil e um apartamento como cachê para o primeiro contrato: “Em 2006, eu tornei o principal ator de filmes adultos do país. Fiz isso para não morrer de fome. E me levantei com ele”, disse em carta para o programa.
No total, ele estrelou mais de 20 produções até 2009, passando também por outras empresas do ramo, como Celebridades Sexy e SexSites. “Não recebi convite, eu que procurei. Me diverti, me fantasiei muito, várias fantasias na minha cabeça”, disse em entrevista ao Na Real, em 2021.
Em entrevistas anteriores, compartilhadas pelo Splash UOL, Frota relatou que a decisão foi consciente e motivada pela falta de oportunidades: “Sempre fui viciado em sexo. Em determinado momento, quando eu perco tudo, fiquei pensando: ‘O que você mais gosta de fazer? É sexo. Sempre fui assim, não tenho medo de descer onda. Era a opção mais fácil. Ganhei muito dinheiro. Dinheiro forte”, disse para Leo Dias.

Frota também comentou sobre os rumores envolvendo sua participação em filmes com homens. Ele explicou que, apesar de ter feito ensaios fotográficos para a revista G Magazine, nunca gravou cenas de sexo com homens. “Nasce uma confusão: nos filmes, nunca fiz cenas de sexo com homens, mas tinha fotografado com meninos na ‘G’. As fotos se misturam (nas redes sociais). Na cabeça de muita gente eu filmei com homens, mas não, só fotografei”, disse ao Na Real.

Entre as produções mais conhecidas, destaca-se o filme gravado com a travesti Bianca Sores em 2006, que, segundo ele, gerou um lucro de R$ 120 mil: “Fui para tudo ou nada e não tenho vergonha de falar sobre isso. Conheço um monte de gente que queria ter tido uma relação com travesti e não teve. Eu fui lá [e] tive, fiz o que tinha que fazer e acabei o assunto. Muitos conservadores de família criticam, mas parecem conhecer todos os detalhes do filme. Bananinha, por exemplo, disse ‘que eu nunca deveria ter parado de fazer’. Acho que gostei muito”, disse para o podcast 4talk Cast, compartilhado pelo Splash UOL.
Ele afirmou que, atualmente, não pretende voltar a atuar em produções desse tipo, mas destacou que não se arrepende das escolhas feitas durante o período em que trabalhou na indústria de filmes adultos: “Quem nunca assistiu a um filme [adulto]? A grande pornografia é roubar o país, é fazer rachadinha. De resto, irmão, o corpo é meu, a vida é minha, ganhei meu dinheiro, me diverti. Está tudo certo”, disse para a Veja.
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