Um vídeo íntimo atribuído a William Tsukamoto, participante da segunda temporada de “The Boyfriend”, passou a circular nas redes sociais e se tornou um dos assuntos mais comentados entre fãs do programa. A movimentação ocorre fora da narrativa oficial do reality show da Netflix e ganhou força em perfis do X (ex-Twitter) dedicados ao entretenimento asiático e à cultura pop LGBTQIA+.

William tem 34 anos, é gerente de projetos de tecnologia da informação e nasceu no Peru. No programa, ele se apresenta como alguém disposto a voltar a acreditar no amor após frustrações anteriores e manifesta o desejo de construir uma relação duradoura. Ao longo da temporada, sua aproximação com outro participante se transforma em um dos arcos mais acompanhados pelo público, o que contribuiu para ampliar sua visibilidade fora da tela.


A circulação do conteúdo atribuído a ele não tem relação com cenas exibidas pelo reality nem integra o material oficial disponibilizado pela Netflix.
William mantém perfil ativo no Instagram, onde é conhecido como @willyosco, mas, até o momento, não houve manifestação pública confirmada sobre o caso.
Contexto do reality
Lançado em 2024, “The Boyfriend” marcou a estreia do primeiro reality show de namoro entre pessoas do mesmo gênero no Japão. Como já informado pelo GAY BLOG BR em julho de 2024, a produção acompanha um grupo de homens que compartilham uma casa e conciliam a convivência com o trabalho. O formato prioriza relações de amizade, convivência e autoconhecimento, com pouco foco em sexo, segundo os próprios produtores.
Na ocasião, a estreia do programa também foi contextualizada pelo cenário social japonês. O Japão segue como o único país entre as democracias mais ricas do mundo que não reconhece legalmente as uniões entre pessoas do mesmo gênero. Reportagem do The New York Times destacou que, embora pesquisas indiquem apoio crescente da população a esse tipo de união, a legislação ainda não acompanha a mudança de atitude social.
A produção executiva de The Boyfriend afirmou à época que o objetivo era retratar relações entre pessoas do mesmo gênero de forma cotidiana, sem recorrer a estereótipos comuns na mídia japonesa. A Netflix também informou que profissionais de saúde mental estavam disponíveis para acompanhar os participantes, medida adotada após episódios críticos envolvendo outros realities no país.
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