Vocalista da Banda Eva conta suas experiências com ‘fio terra’, ‘beijo grego’ e ‘anal’

“Tem uma parada que já fizeram e o negócio é bom. Uma pincelada… a língua. Você vai no céu", revela o cantor em entrevista descontraída

A Banda Eva sempre trouxe revelações interessantíssimas ao público, como Ivete Sangalo, Saulo Fernandes e o cantor Felipe Pezzoni. Felipe, nascido em Salvador em 9 de setembro de 1984, sucedeu ao cantor Saulo Fernandes a partir do Carnaval de Salvador de 2013. Antes de entrar no Eva, Felipe Pezzoni, foi vocalista da Banda Colher de Pau, Banda Capitão Axé e da Banda Mil Verões. 

Felipe, à direita. Foto Foto: Uran Rodrigues banda eva
Felipe, à direita. Foto Foto: Uran Rodrigues

Em entrevista a Antonia Fontenelle, o cantor deixou a vergonha de lado e falou de sua vida sexual, divulgada na quarta-feira (1º).

Quando perguntando se gosta de “fio terra“, ele admitiu que muitas mulheres já tentaram enfiar o dedo ali, mas que não lá tão agradável. “Não curto muito não. Já tentaram. Tá aqui rolando e ‘pá’, daqui a pouco ela vai colando, você dá aquela travada e fala: ‘Aqui não! Segura a onda’. Já tentaram várias vezes”, desabafou.

Já o “beijo grego” é algo não marginalizado por Pezzoni. “Tem uma parada que já fizeram e o negócio é bom. Uma pincelada… a língua. Você vai no céu.. Mas não pode demorar muito”, confessou na mesma entrevista.

Sobre o sexo anal, Felipe não considera algo muito importante. “Acho mais uma coisa de conquista, de todas as possibilidades, de ser um bônus, do que propriamente do prazer (…) Não peço com muita frequência”.

Sobre as regiões mais sensíveis de seu corpo que devem ser bem trabalhadas na cama estão a virilha e a orelha. E das posições preferidas, também contou para florir nossa imaginação: “de quatro… e papai e mamãe, mas por incrível que pareça; eu aí não duro muito”.

Felipe Pezzoni, vocalista da EVA (Foto: Divulgação)
Felipe Pezzoni, vocalista da EVA (Foto: Divulgação)

Pezzoni é casado há cerca de 5 anos com Rossana Agnoletto. Os dois são pais do pequeno Vicente. A entrevista completa pode ser assistida no vídeo abaixo:

Felipe, um crush fortíssimo do axé

O baiano começou a ter contato com a música muito cedo, porque seu pai sempre teve muitos instrumentos de percussão em casa e tocava por hobby. Ele foi experimentando e gostando desse universo. Aos 13 anos começou tocando percussão na banda de um amigo, depois substituiu o cantor em outra banda aos 15 anos e de lá pra cá nunca mais parou de cantar. Quando terminou o ensino médio, três anos depois, Felipe recebeu o convite para cantar na banda de forró Melaço de Cana e emendou na Colher de Pau, também de forró. Tempos depois ele foi convidado para cantar na Orquestra Brasileira de Axé – OBA, o que pra ele foi uma experiência bastante enriquecedora. Durante quatro anos Felipe cantou na banda baiana Capitão Axé, quando teve a oportunidade de abrir grandes eventos em todo o País. Já no final dessa etapa começou a surgir o desejo de fazer um trabalho autoral e foi aí que nasceu a Mil Verões, já em parceria com o tecladista Marcelinho Oliveira.

Comente