O eterno galã Marlon Brando declarou a sua bissexualidade durante um período em que o preconceito poderia arruinar carreiras. Era também considerado um dos maiores conquistadores, saindo com pessoas de ambos os gêneros.

Nascido em 1924, ele foi abandonado pela mãe quando tinha apenas 4 anos – o pai era violento. Na companhia de dois irmãos, eles foram criados por uma babá, que molestava sexualmente Brando quando ainda era um garoto.

Segundo a autora de uma biografia sobre o astro, 22 mulheres que se envolveram com ele atentaram contra a própria vida após um relacionamento conturbado com o astro.

Relacionamentos famosos com homens e mulheres
Marilyn Monroe, Marlene Dietrich, Grace Kelly, Ursula Andrews e até Edith Piaf teriam caído nas garras do galã hollywoodiano. Brando também teve uma relação tumultuada com a atriz Rita Moreno (que na série “Oz” fazia o papel da psiquiatra da instituição). Ela comparou, anos depois, o relacionamento com ele como um vício em drogas, se referindo ao estrago emocional. Tragédias pessoais também marcaram a vida do astro, um filho preso por assassinato e o suicídio de uma filha.

Se as mulheres iam à loucura por ele, no sentido literal e insano da palavra, com os homens era diferente. Em 1976, Brando deu uma polêmica entrevista em que revelou ter tido experiências sexuais com homens e de nunca ter sido feliz ao lado de uma mulher.

Entre seus romances com homens conhecidos, destacam-se o ator e comediante Richard Pryor, o músico Marvin Gaye, e também atores famosos como Montgomery Clift, Rock Hudson e James Dean – o último, algumas testemunhas dizem que Brando manteve uma relação sexual sadomasoquista.
De acordo o escritor Stanley Haggart, Dean mostrava com orgulho algumas queimaduras em seu corpo, dizendo que Brando as havia feito com cigarro. “Acredito que Brando usava Jimmy sadicamente, que o seguia por todos os lados com a língua de fora”, disse o escritor.

Em outra entrevista, declarou ter amado apenas três homens ao longo de sua vida, os atores franceses Christian Marquand e Daniel Gélin, que ele conheceu durante uma viagem. O terceiro homem seria Wally Cox que estava longe de se enquadrar em um padrão de beleza.

Coincidências a parte, Brando atuaria anos mais tarde com a filha ilegítima (Maria Schneider, que, na verdade, era lésbica) de Daniel Gélin, no polêmico filme “O Último Tango em Paris”.

De acordo com uma declaração do produtor e músico Quincy Jone, Brando transava em qualquer oportunidade: “Brando transava com qualquer coisa. Qualquer coisa! Até com uma caixa de correio. [O escritor] James Baldwin. [O ator] Richard Pryor. [O cantor] Marvin Gaye”.
Brando viveu seus últimos anos sozinho, morando em uma das áreas mais nobres de Los Angeles, e tendo como vizinho o também ator Jack Nicholson. Teve 11 filhos reconhecidos e vários outros não reconhecidos. O galã morreu recluso e com problemas financeiros aos 80 anos em 2004, vítima de insuficiência respiratória.
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