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Considerada uma das maiores vocalistas de todos os tempos e um ícone cultural, Whitney Houston é também uma das divas mais aclamadas pela comunidade LGBT+. Isso porque, junto a Cher, Madonna, Diana Ross, Gloria Gaynor e outras divas dos anos 80, ela tinha a voz, a presença e o glamour de uma verdadeira musa.

O incontestável legado da cantora será celebrado em “I Wanna Dance With Somebody: A História de Whitney Houston” que estreia nos cinemas de todo o Brasil em 12 de janeiro. Veja os principais motivos que a fizeram conquistar esse posto:

Naomi Ackie é Whitney Houston e Nafessa Williams é Robyn Crawford em “I Wanna Dance With Somebody: A História de Whitney Houston” (Foto: Divulgação/ Sony Pictures)

Por dar voz ao hino no qual todos querem dançar (com alguém que os ame)

Lançada em 1987, a canção “I Wanna Dance With Somebody” se tornou um grande hit de celebração das paradas LGBTI+ de todo o mundo. O single vencedor do Grammy de “Melhor Performance Vocal Feminina Pop”, atingiu o primeiro lugar em 13 países e se tornou referência para a comunidade queer.

A canção traz os vocais inconfundíveis de Houston combinados com uma batida única que transborda felicidade instantaneamente, ao mesmo tempo que sua letra expressa a solidão de quem deseja muito mais do que ir até uma boate e dançar com alguém, mas quer encontrar a pessoa certa para a dança de uma vida toda.

Por ser o “pacote completo”

Conhecida por suas performances icônicas, Whitney sempre entregou interpretações únicas com muito glamour. Dos looks aos agudos impecáveis, Houston segue sendo uma das principais inspirações quando falamos em diva pop – ela virou sinônimo de talento e poder.

Prova disso é que suas músicas sempre são performadas em realities shows musicais (incluindo disputas de lip sync em competições de drag queens), aliás costumam ser sempre as apresentações marcantes dos artistas, até porque cantar Whitney não é para qualquer um.

Por abraçar a comunidade

Em 1999, Whitney abriu espaço na agenda de sua turnê para apoiar a comunidade LGBTI+ e apareceu de surpresa na NYC Pride, festival da Cidade de Nova York. A diva subiu ao palco no final da noite para cantar dois sucessos recém lançados na época: “It’s Not Right, But It’s Okay” e “Heartbreak Hotel“. A energia dessa performance mostra como Houston era aclamada e abraçada pela comunidade.

O que não era confirmado, na época, é que Whitney também pertencia à comunidade LGBTI+. Sua relação com Robyn Crawford veio a público mais tarde, mas o público poderá conferir os bastidores dessa história, além de momentos emblemáticos no triunfante caminho da cantora ao estrelato em “I Wanna Dance With Somebody: A História de Whitney Houston”. Dirigido pela cineasta Kasi Lemmons, escrito pelo roteirista indicado ao Oscar Anthony McCarten, produzido pelo lendário executivo da indústria fonográfica Clive Davis e estrelado pela vencedora do BAFTA, Naomi Ackie, o filme estreia dia 12 de janeiro.

Confira o trailer de “I Wanna Dance With Somebody: A História de Whitney Houston”




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