E se os popstars de hoje estivessem na década de 80?

Justin Bieber, Dua Lipa, Beyonce, Bruno Mars, Steve Aoki... Artista colombiano, cria ilustrações imaginando como seriam os astros nos anos 80

O ilustrador colombiano Fulvio Obregón, apelidado de Fulaleo, desenvolveu uma série imaginando como seria Beyoncé, Rihanna e outras personalidades se estivessem nas paradas de sucesso da década de 80.

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Fulaleo
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Diplo

Clássico dos anos 80, comercial ‘Meu Primeiro Sutiã’ ganha versão com menina trans

Em 1987, Olivetto Washington criou uma das mais famosas peças publicitárias da TV brasileira, intitulada de “O primeiro sutiã a gente nunca esquece”. A peça, que entrou no livro “Os 100 Melhores Comerciais de Todos os Tempos”, da jornalista americana Bernice Kanner, foi encomendada pela Valisère, marca de lingerie francesa que enxergava nas pré-adolescentes um novo segmento de mercado.

O comercial de Olivetto exibia uma menina que, após entrar em seu quarto, depara-se com uma caixa rosa em cima da cama. O presente era um sutiã branco, seu primeiro sutiã, romantizando o contato com a vida adulta. Para quem não lembra ou quiser rever o vídeo, é possível assistir aqui neste link.

Pois bem, agora, em 2019, a Madre Mia Filmes fez uma releitura para a Associação Nacional de Travestis e Transexuais (Antra) com intuito de contribuir com a aceitação e acolhimento na família, onde ocorrem as primeiras transfobias. É de se emocionar, ainda mais sabendo que é uma história baseada em fatos reais (tem um depoimento no final).

Para fazer esta versão, a produtora Madre Mia buscou alguém que realmente tivesse uma história similar. A atriz Ludmila Galvan é, de fato, uma adolescente trans que ganhou seu primeiro sutiã aos 12 anos de idade.

Para Rafael Damy, diretor de cena da Madre Mia Filmes, a campanha “O primeiro sutiã a gente nunca esquece”, de Valisére, é um comercial memorável, que vendeu um produto com uma maestria. “Nada melhor do que nos inspirarmos em um case publicitário conhecido mundialmente. Se para uma menina cis o sutiã é um rito de passagem, imagine para uma menina trans”, adiciona.

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