O álbum digital “Very Crazy”, lançado no último dia 27 de agosto, traz novas versões das músicas cantadas pelos Mamonas Assassinas, banda que foi vítima de um acidente aéreo no ano de 1996 na serra da Cantareira. Uma das canções mais famosas é “Robocop Gay“, que atualmente é criticada por diversas pessoas que defendem os direitos LGBTQIA+. No entanto, o produtor David Gomes disse que a faixa remixada está no álbum após a aprovação de muitas pessoas da comunidade. As informações são do Extra.
“Nossa intenção foi fazer um versão eletrônica para as pistas de dança, divertida e livre de preconceitos, mantendo o espírito alegre dos Mamonas. Como o tema da canção é bastante sensível, apresentamos o trabalho para diversas pessoas do segmento LGBTQIAP+, e todos aprovaram o resultado”, conta David.
Além disso, as faixas remixadas foram aprovadas pelos familiares dos membros da banda e por Rick Bonadio, o produtor do grupo da década de 1990. Fora Robocop Gay, que conta com as vozes do Mamonas, o álbum traz releituras de outras músicas como “Vira Vira” e “Pelados em Santos”, sendo que este último contou com a voz do funkeiro Buchecha e MC Koringa, que a transformaram num jazz, com piano, instrumentos de sopro e coro.
“Participar desse projeto e defender uma canção tão marcante em minha vida é um misto de emoção e saudade gigantes, pois me fez recordar do único show a que assisti dos Mamonas, no Mauá de São Gonçalo, em 1995, e é até hoje o melhor show que pude ver. Eles tinham uma energia única, e, sinceramente, foi uma responsabilidade tremenda cantar ‘Pelados em Santos’ nesse formato, sem deixar de lado a irreverência exclusiva da banda nos palcos e nas músicas!”, afirma Buchecha.
“Foi uma oportunidade incrível, serei eternamente grato (por participar). Ainda mais ao lado do meu amigo Buchecha e em uma versão totalmente diferente da original e também diferente do que costumo fazer. Quando recebi o convite, eu disse: ‘Me belisca para ver se estou sonhando’. Os Mamonas Assassinas estarão eternamente em nossos corações”, complementa Coringa.

‘Robocop Gay’, dos Mamonas Assassinas, foi escrita sob encomenda para político
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