O espetáculo “Minha Vó Ri” estreia no dia 8 de janeiro no Teatro III do Centro Cultural Banco do Brasil, no Rio de Janeiro. O trabalho marca o primeiro solo da atriz, diretora e dramaturga Júlia Bernat e tem direção de Débora Lamm. A temporada segue até 9 de fevereiro de 2026, com sessões de quinta a segunda, às 19h30.

A montagem utiliza a autoficção e o formato de palestra-performance para articular memórias pessoais da artista com uma pesquisa histórica sobre o ativismo lésbico no Brasil e em outros países. O solo também dialoga com os 18 anos de trajetória profissional de Júlia Bernat no teatro e no audiovisual.
Resultado de três anos de pesquisa, o espetáculo aborda temas como aceitação, visibilidade e pertencimento da população LGBTQIA+. A narrativa percorre fatos históricos e sociais que ajudam a contextualizar as experiências individuais dentro de um panorama coletivo mais amplo.
Entre as referências citadas em cena estão a cineasta Chantal Akerman e a ativista brasileira Rosely Roth, uma das responsáveis pelo Levante do Ferro’s Bar, episódio que originou o Dia do Orgulho Lésbico. A peça também recupera períodos históricos como a República de Weimar, na Alemanha, marcada por maior liberdade para pessoas LGBT antes da ascensão do nazismo.
A ancestralidade é outro eixo central do monólogo. O espetáculo inclui a participação, em vídeo, da mãe e da tia da atriz, Soraya Ravenle e Ithamara Koorax, que interpretam uma canção em iídiche. A trilha sonora reúne músicas de artistas lésbicas brasileiras, como Ângela Ro Ro, Leci Brandão, Cássia Eller, Marina Lima e Ludmilla.
“Minha Vó Ri” tem duração de 70 minutos, classificação indicativa de 14 anos e ingressos a R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia-entrada), à venda na bilheteria do CCBB e no site oficial da instituição. Todas as apresentações contam com acessibilidade em Libras.

Confira a sinopse oficial:
Minha Vó Ri é o primeiro monólogo da atriz Júlia Bernat, com direção de Débora Lamm. Combinando autoficção e o conceito de palestra-performance, a peça costura memórias familiares com uma extensa pesquisa sobre a história do ativismo lésbico no Brasil e no mundo.
Em um ato de resistência e busca por pertencimento, a atriz resgata figuras históricas como a ativista brasileira Rosely Roth e intelectuais como a cineasta Chantal Akerman. A trilha sonora é um manifesto à parte, com canções de grandes artistas lésbicas como Ângela Ro Ro, Cássia Eller e Leci Brandão. Uma partilha sensível sobre ancestralidade e visibilidade lésbica. De 8 de janeiro a 9 de fevereiro no CCBB Rio.
Ficha técnica
Dramaturgia: Julia Bernat
Direção: Débora Lamm
Direção de movimento: Denise Stutz
Direção de produção: Aninha Barros
Assistente de direção e produção executiva: Kaká Guimarães Rosa
Cenografia: Elsa Romero
Iluminação: Lara Siqueira
Fotos e projeções: Camilla Lapa
Figurino: Debora Crusy
Direção musical: Rodrigo Marçal
Assessoria de imprensa: Cristiana Lobo
Intérprete de Libras: Claudia Chelque
Interlocutor artístico: Biño Sauitzvy
Designer: Lucas Botelho
Mídias sociais: Nice Chagas
Serviço
Minha vó ri
Quando: De 08 de janeiro a 09 de fevereiro de 2025
Onde: Teatro III – 2º andar
Duração: 70 minutos (de quinta a segunda, às 19h30)
Ingressos: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia-entrada) à venda na bilheteria do CCBB e no site bb.com.br/cultura
Estudantes, maiores de 65 anos, demais beneficiários por Lei e clientes com cartões BB pagam meia entrada.
Classificação: 14 anos
*Todas as apresentações contarão com acessibilidade em Libras.
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