A empresária Jaqueline Santos Ludovico, que havia sido indiciada por lesão corporal e injúria contra um casal gay, foi presa em flagrante após atropelar um homem na última sexta-feira (14) e fugir do local. A vítima foi levada ao Hospital São Camilo de Santana, onde ficou em observação. As informações são do G1.
O caso ocorreu na Barra Funda, em São Paulo. As câmeras de segurança registraram o momento em que Jaqueline, conduzindo um Honda HRV em alta velocidade, atropelou um pedestre que estava na faixa e sinalizou sua presença.
A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo informou que policiais militares atenderam a ocorrência do atropelamento e que Jaqueline foi encontrada com sinais de embriaguez e “falas contraditórias“. Ela foi levada ao 91º DP, onde o caso foi registrado como lesão corporal culposa, fuga do local do acidente e embriaguez ao volante.
Jaqueline passou por uma audiência de custódia e teve sua prisão preventiva convertida em prisão domiciliar devido ao fato de ser mãe de duas crianças. A decisão foi tomada pela juíza responsável pelo caso, que considerou a situação familiar da acusada.
Jaqueline já havia sido indiciada por homofobia
Além desse incidente, Jaqueline já estava indiciada por lesão corporal e injúria contra um casal gay em uma padaria no Bairro Santa Cecília, em São Paulo, em fevereiro deste ano. Na ocasião, ela foi acusada de agredir verbal e fisicamente Rafael Gonzaga e Adrian Grasson, um casal gay, em um episódio de homofobia.

A pena para lesão corporal pode variar de três meses a um ano de prisão, e para injúria, de um a seis meses. O caso, investigado pela Delegacia de Repressão aos Crimes Raciais e de Delitos de Intolerância (Decradi), está sendo analisado pelo Ministério Público de São Paulo.
Em vídeo compartilhado nas redes sociais, Jaqueline é vista proferindo ofensas homofóbicas e agredindo os homens com um cone de trânsito, resultando em ferimentos em Rafael. Ela justificou suas ações alegando ser de “família tradicional” e “boa educação“
A denúncia pede, além da pena de prisão, uma reparação dos danos morais no valor de 21 salários mínimos.
Mulher que atacou gays em padaria de SP é indiciada por lesão e injúria
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