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O pastor Felipe Heiderich demostrou apoio à população LGBTQIA+ ao participar do Miss Brasil Diversidade, realizado na última terça-feira, e ao promover inclusão em suas redes sociais. Na quarta-feira (06), o religioso usou os stories de seu Instagram para reforçar a importância da representatividade e do respeito às diferenças, além de desabafar sobre seguidores que o deixaram por causa de sua luta.
Durante o evento, Felipe destacou a relevância de visibilizar as questões LGBTQIA+, destacando que todos merecem dignidade e espaço na sociedade. Em suas redes sociais, o pastor publicou momentos de sua participação. No entanto, após compartilhar esses registros, Felipe notou que parte de seu público não aceitou sua postura, levando a uma diminuição de seguidores.

Segundo ele, muitos ainda aguardavam uma “volta” ao seu papel pastoral e à orientação heterossexual. “Ontem vocês viram que eu estava no ‘Miss Diversidade’, e eu estava me divertindo, estava comemorando a voz das pessoas e eu entendo que tem muita gente que não aceita. E tem muita gente que me segue porque acha, realmente tem certeza, que eu vou voltar a ser hétero e vou voltar a pastorear igreja”, começou o religioso.
Heiderich, porém, foi enfático ao esclarecer que isso não acontecerá e que sua sexualidade não muda em sua fé. “Ser hétero, eu nunca vou voltar. Pastorear igreja, se Deus quiser, um dia, já que o chamado e o dom é irrevogável”, afirmou. O pastor atualmente está namorando o cirurgião-dentista Saulo Giacomini. O anúncio do relacionamento foi feito através de publicação no Instagram no início de outubro.

Pastor Felipe Heiderich perde 5 mil seguidores
Ainda durante o papo, o pastor Heiderich contou que 5 mil pessoas deixaram de segui-lo no Instagram durante a madrugada. “Mas hoje eu acordei com 5 mil seguidores a menos. São pessoas que odiaram o fato de eu estar no movimento que dá visibilidade pra outras pessoas do vale. Então, eu respeito a sua opinião”, contou.
Ao abordar a reação negativa, Felipe declarou que aqueles que não se identificam com seus conteúdos são livres para deixar de acompanhá-lo. “Para todos que foram embora sem se despedir, esse é o melhor caminho. Se não gosta de um conteúdo, vai embora, segue a sua vida. Para quem foi embora ofendendo, Deus lhe pague. Não vou ficar chateado com isso. Agora, em uma madrugada, 5 mil pessoas irem embora porque não suportaram eu mostrando sobre diversidade, desculpa, mas fala muito mais sobre você do que sobre mim e sobre Jesus”, finalizou.
Pastor ministrará curso sobre fundamentalismo religioso e defesa dos direitos LGBT+
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