No dia 22 de março, a partir das 10h, o Ilê Axé Omin Ifan, localizado em São Tomé de Paripe, bairro de Salvador, receberá uma roda de conversa sobre acolhimento à população LGBTQ+ e o legado ancestral transmitido entre gerações dentro do candomblé. A atividade integra o projeto Okàn Dùdù, que tem como objetivo articular saberes ancestrais e contemporâneos, conectando a religião afro-brasileira a questões sociais emergentes.

Tradição, juventude e continuidade
A primeira edição do projeto terá como foco as pessoas de terreiro, que irão debater temas relevantes da religião, incluindo seus desafios, permanências e o diálogo com a nova geração. A proposta é reforçar que a tradição depende da continuidade, considerando o papel da juventude na manutenção e expansão dos saberes de matriz africana.

Saberes compartilhados entre gerações
“Realizar itinerários formativos que fertilizam e diluem pontes entre os mais velhos e a juventude no candomblé é uma responsabilidade de todos nós, uma vez que a tradição implica em continuidade”, afirma Almerson Cerqueira, Bàbá Egbé do Ilê Axé Omin Ifan.
Visibilidade LGBTQIAPN+ nos terreiros
A iniciativa se soma a outras ações que visam fortalecer a visibilidade e a escuta de pessoas LGBTQIAPN+ nos contextos religiosos de matriz africana, celebrando a diversidade como parte do sagrado.
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