Após o sucesso do documentário “Pra Sempre Paquitas” na plataforma Globoplay, que estreou no dia 16, o interesse público se voltou também para os Paquitos, versão masculina das assistentes de palco de Xuxa. Uma espécie de “Menudo brasileiro“, os Paquitos atuaram entre 1989 e 1992, marcando presença no programa “Xou da Xuxa” e conquistando o coração de muitos adolescentes da época.
O grupo, composto por Alexandre Canhoni, Claudio Heinrich, Egon Junior (Gigio), Marcello Faustini, e em momentos distintos, por Robson Barros e Yuri Martins, diferenciava-se das Paquitas por focar menos na interação com as crianças e mais em performances para as jovens fãs. Eles se destacavam por seus trajes pretos com detalhes dourados ou smokings com ombreiras, seguindo a moda da época.

Paquitos destacam rotina
Em reportagem do F5, Canhoni e Faustini foram os únicos que se dispuseram a comentar sobre, e refletiram sobre a rigorosa gestão de Marlene Mattos. “Levei várias broncas dela, sempre fui hiperativo, impulsivo, então não era fácil. Ela pegava pesado, mas até entendo: uma equipe de jovens viajando juntos, não era fácil controlar“, comentou Canhoni para o portal.
Ainda para a matéria, Faustini lembrou que a situação era pior para as Paquitas. “Nosso contrato era apenas com a Xuxa Produções, então rodávamos o Brasil com os shows, não tínhamos o mesmo contato e obrigações que elas. Conosco foi tudo bem, nada a reclamar“, afirmou.
Apesar do interesse renovado pelo grupo, os ex-integrantes não parecem inclinados a reviver ou explorar suas experiências em um documentário próprio. “Não é algo que desejo, nunca pensei nisso“, afirmou Canhoni. Segundo eles, a vida dos Paquitos, embora marcante, não foi cercada por polêmicas que justifiquem uma produção documental: “Não haverá doc dos Paquitos; temos bastantes histórias legais e divertidas, mas não polêmicas“.

Canhoni, que foi o principal vocalista do grupo e se destacava nos vocais e nas coreografias, compartilhou que o sucesso veio com muitos desafios, especialmente pela juventude e pela pressão da fama. “Era uma loucura aquilo tudo: estar em um programa semanal, os shows, filmes, o glamour que nos rodeava“, contou para o F5. “Com certeza me deslumbrei com todo aquele acesso que a fama me dava“.
Por onde andam os Paquitos?
Alexandre Canhoni (Xandi Xiquito)
Após se destacar como vocalista dos paquitos no ‘Xou da Xuxa‘, Alexandre Canhoni tomou um caminho inesperado ao se tornar missionário no Níger, África Ocidental. Segundo a Contigo!, ele vive com sua esposa, Giovana Canhoni, e seus 19 filhos adotivos, dedicando-se ao projeto social AGD Níger.
Cláudio Heinrich (Claudinho)
Cláudio Heinrich continuou sua carreira na mídia após ser paquito. Ele atuou em várias novelas da Globo, como ‘Malhação‘ e ‘Uga Uga‘, e participou do reality show ‘No Limite‘ em 2023. Além de ator, Claudinho é professor de jiu-jitsu e formado em jornalismo, compartilhando momentos pessoais e profissionais em suas redes sociais.
Egon Júnior (Gigio)
Egon Júnior deixou a carreira artística após uma breve atuação na novela ‘Despedida de Solteiro‘. Segundo a Contigo!, formou-se em marketing e trabalhou por mais de 20 anos em uma conhecida marca de refrigerantes. Atualmente, ele vive em Portugal, trabalhando na gestão de startups.
Marcello Faustini (Celo)
Marcello Faustini manteve sua presença no meio artístico após sua passagem como paquito. Participou de várias novelas e dedicou-se à música. Marcello esteve presente no evento de estreia do documentário das paquitas, relembrando com entusiasmo seus dias de paquito e compartilhando histórias de bastidores, inclusive romances com ex-paquitas.
Robson Barros (Rob)
Ainda de acordo com a matéria da Contigo!, Robson Barros deixou o grupo dos paquitos em 1991 para trabalhar com seu pai, produtor técnico de Roberto Carlos. Apesar de ter saído dos holofotes, Rob continuou no setor de eventos, fundando sua própria agência, responsável por grandes festivais e congressos. Ele é pai de quatro filhos e avô, mantendo viva sua memória dos tempos de paquito.
Yuri Martins (Yu Catuxito)
Yuri Martins entrou para o grupo dos paquitos em 1991 e teve uma breve carreira musical, lançando dois discos. Hoje, afastado dos palcos, Yuri trabalha como corretor de imóveis, vivendo uma vida mais tranquila, mas ainda mantém uma conexão com seu passado no entretenimento.
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