A mais nova temporada da longeva série infanto-juvenil Power Rangers Dino Fury já estreou ao redor do mundo e apresentará a primeira ranger LGBTQ+ na televisão: Izzy, a Ranger Verde. As informações são da Rolling Stones.
Os detalhes do episódio ainda não foram revelados, mas sabe-se que em uma das cenas a Izzy, interpretada por Tessa Rad, vai segurar a mão da personagem Fern, interpretada por Jacqueline Joe, evidenciando um romance entre ambas.
One of the greatest moments in Power Rangers history#DinoFury #DinoFurySpoilers #LGBTQ pic.twitter.com/alL8ehFbYK
— Power Rangers Hype ⚡️ (@PowerRangersFun) September 7, 2021
Para a revista, este é um momento importante para a série, já que ela sempre esteve comprometida com a diversidade desde a primeira temporada, já que os atores sempre foram das mais diferentes etnias.
O produtor da série, Simon Bennet, respondeu a um comentário que questionou se a inclusão dela não era marketing. “Garanto a você, não foi uma jogada de marketing. E sim, [uma decisão] bem atrasada”.
Ele também comentou que está ansioso para quando o episódio for lançado nos Estados Unidos e poder debater sobre o assunto.
Vale lembrar que no reboot cinematográfico de 2017, a ranger amarela, Trini, também era lésbica.

Personagens LGBTs em programas infantis?
É comum ouvirmos o argumento de que “crianças não devem assistir conteúdos com pessoas LGBTs” e que isso só é algo para quando ela já estiver adolescente ou próxima da fase adulta.
No entanto, segundo o jornalista e escritor do The Guardian, James Dawson, em seu artigo “a importância da visibilidade LGBT nos livros infantis”, a presença de personagens gays, lésbicas e transgêneros é fundamental para que as crianças LGBTs se sintam confortáveis com quem são e promovam o conhecimento da sociedade perante essas pessoas.
“Eu não sabia que gays existiam”, disse Dawson em seu artigo, “e, quando eu cheguei à puberdade, fiquei completamente perdido. Como eu desejo que houvesse um livro, um só que fosse, que apresentasse um personagem como eu – um cara adolescente normal e gay. Eu ia gostar principalmente de um personagem que não fosse definido por sua sexualidade”.
Além disso, as pessoas LGBT+ estão em todos os lugares, em todas as etnias e de todas as idades, não havendo sentido eles serem omitidos nas mídias audiovisuais, seja em programas infantis, filmes, novelas, ou nas mídias escritas, como os livros. Além disso, é necessário também para desconstruir estereótipos e mostrar a sociedade que os LGBTs existem e merecem respeito.
Junte-se à nossa comunidade
Mais de 20 milhões de homens gays e bissexuais no mundo inteiro usam o aplicativo SCRUFF para fazer amizades e marcar encontros. Saiba quais são melhores festas, festivais, eventos e paradas LGBTQIA+ na aba "Explorar" do app. Seja um embaixador do SCRUFF Venture e ajude com dicas os visitantes da sua cidade. E sim, desfrute de mais de 30 recursos extras com o SCRUFF Pro. Faça download gratuito do SCRUFF aqui.















achei fantástico” adoro a power Rosa! e sobre crianças assistirem conteúdos LGBTQIA+ vai ”mexer” com a cabaça delas” como dizem”’ nada à ver pois tenho 44 anos e em 1983,84′,85, não tinha ‘conteúdo gay’ e olha nóis aqui:!!