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Alto, corpo atlético e um rosto perfeito, Bill Masi foi um modelo muito bem-sucedido (principalmente na publicidade) que, com pouco mais de 20 anos de idade, estampou capas de várias revistas de moda no final dos anos 70 e 80, sendo agenciado pela famosa Zoli Agency. Masi fez inúmeros editoriais de moda, de diferentes grifes, desde roupas a perfumes, principalmente da marca Givenchy. 

HIV AIDS
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Natural de Middletown (NY), ele mantinha a forma correndo 8 quilômetros por dia no Central Park – quando não estava trabalhando exaustivamente; Masi era o típico rosto americano e era conhecido pelo ótimo senso de humor, segundo amigos próximos. 

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Em 1980, ele atuou no filme “Diga me o que você quer”, onde o roteiro trazia um chefe de meia-idade casado, dono de um império corporativo, cuja amante deseja um compromisso mais sério, porém acaba se relacionando com um homem mais jovem, vivendo uma relação de amor e ódio. Este foi o único trabalho do modelo como ator, entre 1982 a 1985. 

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Gay assumido, Masi teve vários relacionamentos, alguns deles tumultuados. Em 1981, ele se relacionou com um professor casado, pai de uma filha adolescente (que paralelamente administrava na “encolha” um serviço de acompanhantes masculino), cuja a esposa sabia da bissexualidade do marido. 

Crédito: Mike Balaban

O modelo também gostava de se divertir, ia com frequência a Fire Island com amigos (a maioria deles morreu doenças oportunistas decorrentes da síndrome da AIDS na primeira metade de década de oitenta); o local era uma espécie de paraíso para a comunidade gay nos anos 70 e 80, em função da atmosfera de liberdade que havia na ilha do fogo. 

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Credito: Crédito: Mike Balaban (Masi esq)

O modelo, que era o típico rosto da América, deixou alguns amigos chocados quando faleceu subitamente em 1995 em consequência de infecções decorrentes da síndrome da AIDS, deixando um legado no mundo da moda.

Atualmente, é possível viver bem e ter uma “vida normal” com HIV. Mas para que isso ocorra, é preciso diagnosticar o quanto antes a presença do vírus no sangue. Portanto, recomenda-se fazer o teste de HIV com frequência, de três em três meses, por exemplo. Se testar positivo para HIV, o próprio Sistema Único de Saúde fornece a medicação gratuitamente e em poucos meses a carga viral consegue ser reduzida a indetectável. Continue lendo em https://gay.blog.br/gay/morte-do-ator-ian-charleson-abriu-dialogos-sobre-hiv-aids-no-reino-unido/ | GAY BLOG BR @gayblogbr
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Bill Masi - O rosto da América
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Bill Masi - O rosto da América
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Bill Masi - O rosto da América
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Bill Masi - O rosto da América
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Atualmente, é possível viver bem e ter uma “vida normal” com HIV. Mas para que isso ocorra, é preciso diagnosticar o quanto antes a presença do vírus no sangue. Portanto, recomenda-se fazer o teste de HIV com frequência, de três em três meses, por exemplo. Se testar positivo para HIV, o próprio Sistema Único de Saúde fornece a medicação gratuitamente e em poucos meses a carga viral consegue ser reduzida a indetectável.

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