GAY BLOG BR by SCRUFF

A icônica festa do underground paulistano MAMBA NEGRA comemora 8 anos e celebrará, no dia 7 de agosto, com a festa virtual “O-KULTO DE 8 ANNUX”. Para a comemoração, convocou nomes como a banda TETO PRETO, a cantora Jup do Bairro, a drag queen Kitty Kawakubo, a multiartista Alma Negrot, a DJ Cashu e muitos outros. As apresentações serão transmitidas no site da MAMBA NEGRA (mambanegra.org).

“Representamos um espaço para produção mista entre música eletrônica e orgânica, das bandas, artistas visuais e performatives independentes. Nossa prioridade é construir condições para a produção, o que escapa ao circuito do entretenimento: liberdade para produzir um novo tipo de som/corpes/imagens e(m) movimento”, explica Cashu, uma das fundadoras da MAMBA NEGRA.

Durante sete horas de evento, além dos shows, os DJ sets e as performances acontecem simultaneamente no palco principal. Em um segundo palco, se apresentam o grupo MEXA e a banda SYNTO. Assinando os visual sets, há Luzco na luz, Estúdio Margem nos artworks, vídeo arte por Guzafatia e RECREIOclubber e fotografia por Ivi Maiga Bugrimenko.

Alma Negrot - @RECREIOclubber
Alma Negrot – @RECREIOclubber

PROGRAMAÇÃO

Apresentação: Paulete Lindacelva

PALCO 1

18h: Irmãs de Pau
19h: N.I.N.A
20h: KONTRONATURA com performance de Kitty Kawakubo
21h: Jup do Bairro
22h: Miss Tacacá com performance de Juana Chi
23h: TETO PRETO
00h: Cashu & Kakubo com performance de Trinitas
1h: BLACKAT DJ com performance de A TRANSÄLIEN
2h: Caroll Mattos b2b Nikkatze

PALCO 2

20h: grupo MEXA
22h: SYNTO

SERVIÇO @ O-KULTO DE 8 ANNUX

Data: Sábado, 7 de agosto
Horário: 18h às 3h
Local: https://mambanegra.org/

SOBRE MAMBA NEGRA

A MAMBA NEGRA é uma festa independente criada em maio de 2013 pelas atuadoras Carol Schutzer (aka CASHU) e Laura Diaz (aka CARNEOSSO) inseridas num contexto forte de efervescência política e artística. Fruto do encontro de artistas de todo o Brasil, a MAMBA surge para servir como uma plataforma de construção e experimentação de novas linguagens artísticas, estabelecendo-se também como uma importante ferramenta de luta e celebração. Associando arte, protagonismo feminino e LGBTQIA+, um forte posicionamento político e identidades visuais únicas, a MAMBA se destacou, nos últimos 8 anos, como uma expressão dessa geração jovem convulsiva em constante ebulição.

Subversiva para os visitantes, a MAMBA é uma manifestação física da alma da cidade. Venenosa, hipnótica e apaixonante. Através das festas de rua em espaços públicos, festas autofinanciadas em imóveis degradados do centro, festivais autogeridos em ocupações estudantis, artísticas e de moradia, o ambiente das raves renasce na cidade carregando os princípios de comunidade e inclusão. Tornou-se um dispositivo de produção, intervenção e articulação cultural em São Paulo e uma referência no cenário mundial da música eletrônica, servindo de modelo e suporte também para muitos coletivos e artistas no Brasil.

Hoje as cobras são muito mais que uma festa, desenvolvendo também os trabalhos como:

/ MAMBAREC / selo musical independente lançado em 2016

/ MAMBABOOQUEENS / agência que representa nossos artistes sonoros e visuais;

/ RADIO VÍRUSSS / webrádio criada em 2014 com intuito de disseminar o trabalho dos djs e produtores nacionais, assim como novos artistas

https://mambanegra.org/
https://www.instagram.com/mamba.n/

SOBRE SOM

BLACKAT

BLACKAT, entre danças e sorrisos, expressa sua inquietude através da própria imersão entre diferentes ritmos musicais, traz consigo estímulos sonoros a fim de revelar sua vivência, ocupar espaços e afirmar posição. Nativa de São Paulo e na ativa desde 2015, sua versatilidade aliada ao seu repertório, juntos, somam numa seleção em grande parte de artistas independentes, executa sets no formato aberto, se deslocando entre break beats, funk e afrohouse. Sua trajetória compôs diferentes contextos, hoje também atua como instrutora de discotecagem acessível dentro do projeto LAB Bandida. Desde de 2016 participa ativamente ao lado das mulheres do Coletivo Bandida, onde juntas levam sonoridades a diversos pontos em prol de mais visibilidade e respeito para mulheres no cenário da música eletrônica.

https://www.instagram.com/blackatdj/

Cashu & Kakubo
Cashu

Carolina Schutzer aka Cashu é dj e uma das peças chave da cena queer underground eletrônica da cidade de São Paulo, sempre dialogando com as situações políticas e urgentes da cidade. Querendo ocupar e descentralizar a cena, ao lado da Carneosso criou a Mamba Negra, marca independente que oferece espaços de experiências e multi-linguagens artísticas. A DJ é figura ativa na cena eletrônica de São Paulo, tocando frequentemente em festas de rua, pequenas festas e clubes e coletivos independentes. Já tocou em diversos coletivos de outros estados que ocupam, descentralizam e hackeiam a noite brasileira, se apresentando frequentemente em outras cidades brasileiras. A dj trás essa energia também para os grandes clubs e festivais, tocando em renomadas warehouse parties da cena Paulistana, grandes festivais como Bananada, Coquetel Molotov, Dekmantel, DGTL, RBMA, SP na Rua além de projetos institucionais como CCBB música e performance e Sesc Paulista.

Cashu vem ganhando grande projeção internacional nos últimos anos. Nos últimos anos tocou em outros países da América como Paraguai, Chile, Austrália, Índia, Egito, Colômbia, México e USA, estando constantemente em turnês pela Europa se apresentando em clubes como Rex (Paris), De School (Amsterdam), Berghain/Panorama bar (Berlin) além do Dekmantel Festival no palco do Boiler Room.

Nesse contexto Carol Schutzer já trabalhou como curadora de diversos festivais produzidos pela secretaria de cultura de São Paulo na região central da cidade, além de já ter sido convidada por diversas conferências pelo mundo, como: Body In Revolt do ADE em Amsterdam, Stadt Nach Acht em Berlin produzido pelo Klub comission e  Universidade de Cambridge na Inglaterra, entre outras.

Durante a pandemia a artista expandiu sua pesquisa musical para a criação de mixtapes e podcasts com sons orgânicos e low beat, para se conectar melhor com o público que está ouvindo o som em casa e focou seus esforços nos estudos e início da carreira de produtora musical. Assim em 2020 lançou sua primeira música chamada Espinheira Santa na coletânea Kengaral Eletrohits da MAMBArec ao lado da produtora musical Mari Herzer e em 2021 começou a dar aulas de discotecagem e repassar sua experiência para pessoas que querem ingressar na profissão no pós pandemia.

https://www.instagram.com/cashuuuu_/

Kakubo

Combinando estudos em música eletroacústica com incursões que vão do avant-techno analógico às tortuosas mutações para as pistas de dança, Kakubo apresenta um original senso estético que destila de forma abrangente desde impetuosas sonoridades industriais a fusões distorcidas de electro, drum & bass e jungle a ritmos percussivos globais. Por meio dessa fusão inventiva de distintos gêneros e timbres entorpecedores, e impulsionada por um tino particular, a artista vem lapidando um estilo único na cena de música eletrônica Brasileira contemporânea. Sua trajetória é ainda recente, mas já marcada por apresentações nos importantes SP na Rua, RedBull Music Festival São Paulo, passagem como integrante da rádio-coletivo MetanolFM, núcleo precursor no desenvolvimento da música eletrônica avançada no país, além de uma série de lançamentos agendados para este ano pelos selos Gowpe, 40% Foda/Maneiríssimo, MambaREC e Tormenta incluindo colaborações com Badsista, Valesuchi e RHR. Kakubo é representada pela MAMBA NEGRA, coletivo queer de São Paulo e agência; criada com o intuito de descentralizar a cultura da música eletrônica rumo a espaços marginalizados da cidade e impulsionar as lutas por representatividade feminina, liberdade sexual e de gênero.

https://www.instagram.com/kkakubo/

Carol Mattos b2b Nikkatze

Carol Mattos

Carol Mattos reside em São Paulo e é integrante do coletivo MASTERp la n o, de Belo Horizonte, DJ residente da festa MAMBA NEGRA (SP) e criadora da Sintetica, festa de produção e curadoria feminina que visa abrir espaço e gerar visibilidade para mulheres e pessoas não-binárias que atuam nos diversos âmbitos da música eletrônica. Seu som é imersivo e dançante, com várias camadas que misturam sintetizadores cósmicos, sons industriais e beats intensos. Busca suas referências no synth pop dos anos 80, dark wave e disco, acid de detroit e nas novas produções da América Latina. Com sets marcados por grooves, elementos orgânicos e synths distorcidos, Carol cria uma experiência sonora hipnótica que envolve a pista em uma viagem espacial. Carol iniciou seus projetos na cena independente de música eletrônica em 2015, em 2017 tocou na primeira edição do festival DGTL no Brasil e no MECA Inhotim, já tendo participado de algumas das principais festas da cena independente atual, como a Carlos Capslock e ODD, de São Paulo; MOO e Festa até as 4, do Rio de Janeiro. Também participou da Kubik, festa-instalação itinerante de Berlim em suas edições de São Paulo e Belo Horizonte, se apresentou na Ubris, na Costa do Marfim e várias outras cidades Brasileiras – Brasília, Curitiba, Porto Alegre, Florianópolis, São Luís, Santos, Cuiabá.

https://www.instagram.com/carolcmattos/

Nikkatze

Nikkatze é uma artista múltipla, DJ e artista visual, idealizadora da festa BLUM na cidade de São Paulo, um projeto de grande destaque dentre a cena independente, focado nas artes visuais contemporâneas e na música eletrônica. BLUM também atua de forma inclusiva, sempre priorizando as causas LGBTQ+, e os direitos humanos, atentos ao racismo, misoginia, homofobia, transfobia e psicofobia, e ao bem estar de seus convidados, tendo um projeto de redução de danos em destaque no entretenimento noturno. Nikkatze, durante a pandemia, iniciou seu próprio método de ensino atuando como professora, e em seu curso criou vários tópicos que englobam desde a profundidade de uma boa pesquisa à construção e gravação completa de uma mix, até pautas sobre mercado e identidade artística. Tem formado excelentes novos artistas, incluindo a turma TRANS free, que possibilita pessoas trans terem acesso ao curso sem nenhum custo. Nikkatze, já atua a 5 anos como DJ, seus conjuntos carregam características cinemáticas, transformando uma mixtape em um filme enigmático, surrealista como os filmes de David lynch. Melodias, sintetizadores suaves, vocais obscuros, baixos bpms marcam a profundidade corrente de suas histórias, compostas por EBM, dark wave, cold wave, dark disco, índie dance, synth wave, ítalo disco entre outros gêneros que compõe uma nostálgica atmosfera dos anos 80.

https://www.instagram.com/nikkatze/

Irmãs de Pau

Dupla musical de Travestis composta pelas multiartistas Isma e Vita. A partir de influências e ritmos transpretos, sobretudo o funk, constroem e destroem as narrativas do que é ser travesti no Brasil.

https://www.instagram.com/irmasdepau/

Jup do Bairro

Multiartista, em 2007 Jup do Bairro encontrou nas artes a possibilidade de externar suas vivências, dores e delícias. Na música, integrou por cerca de três anos a banda da também multiartista Linn da Quebrada, como sua parceira musical, performer e colaborou na criação do álbum Pajubá, lançado em 2017. Simultaneamente, criou o projeto BAD DO BAIRRO, ao lado da produtora musical e DJ BADSISTA. Foi ela quem também assinou a produção musical do EP CORPO SEM JUÍZO, divulgado por Jup em 2020. Trabalho de estreia da carreira solo da cantora, o EP foi sucesso de público e crítica, rendendo para Jup os prêmios Multishow e APCA na categoria de “Revelação do Ano” no mesmo ano. CORPO SEM JUÍZO traz também as participações especiais de Deize Tigrona, Rico Dalasam, Linn da Quebrada e Mulambo. Na televisão, Jup estreou em 2019 no Canal Brasil (Globosat), onde conduz com Linn da Quebrada o programa de entrevistas TransMissão, com duas temporadas já realizadas e uma terceira a caminho.

https://www.instagram.com/jupdobairro/

KONTRONATURA

KONTRONATURA é ume DJ e produtore de São Paulo, conhecide por explorar a pluralidade das expressões sonoras afrodiaspóricas, fundindo passado ao presente para perpetuar o legado rico de produtores musicais pretes que continuam o inspirando. Assim, busca tecer um caminho pro futuro na variedade rítmica que transita entre as batidas clássica do techno à breakbeat, kuduro, vogue e jerseyclub. Contrasta ritmos percussivos densos do footwork, jungle e elementos minimalistas de híbridos da dance music, acredita que o corpo em diáspora, através da dança, se expurga da violência colonial para conquistar uma aproximação do divino, da libertação. Os seus dj sets logo se transformaram em um exercício de ruptura da narrativa linear – tomou gosto por quebrar expectativas, criar silêncios que gritam e mexer com o imaginário do ouvinte inserindo-o em um novo mundo sintetizado pelos sons. Vê, na conexão do seu trabalho com quem o escuta, um papel também de educadore, uma vez que traz para a pista de dança novas propostas sempre com o foco na visibilidade de produtores não-cis e negres.

https://www.instagram.com/kontronatura/

Miss Tacacá

Artista natural de Belém do Pará, atua como DJ, produtora, modelo e atriz. Seus sets eletrizantes e tórridos condensam e expandem a cultura paraense, incorporando manifestações do tecnobrega, tecnomelody e eletrotechno. É também idealizadora e produtora geral da produtora Taka Night, que em colaboração com o coletivo MARSHA! realizou o 1º festival LGBTQIA+ online com line up só de artistas paraenses.

https://www.instagram.com/misstacaca/

N.I.N.A

N.I.N.A., também conhecida como DJ Nbomb, cria da Cidade Alta, é uma das DJs/MC’s que vem se destacando na Cena de Grime/Drill do Rio de Janeiro. Iniciou sua carreira como DJ em 2017, marcando presença em eventos como Calourada da UFF, FAU, Soundfoodtour e I Hate Mondays. Em 2019, N.I.N.A. começou a se destacar por suas rimas pesadas, “brincando” em beats de Drill e Grime, o que resultou no início da sua carreira como MC, que ficou marcada por sua presença no evento Brasil Grime Show convida DJ Oblig (UK). Em 2020, pudemos desfrutar de alguns de seus singles como “A bruta, a braba, a forte” e “Stephen King” em parceria com o produtor Terra e “Identidade” em parceria com o produtor diniBoy.

https://www.instagram.com/n.i.n.a.b4ndida/

TETO PRETO

A banda TETO PRETO, um dos maiores destaques da cena underground paulista dos últimos anos, surge do encontro da música ao vivo com música eletrônica das festas, casas noturnas e festivais de rua. Com um repertório autoral de colagens, canções e pós-canções, o grupo instaura uma atmosfera fortemente feminina, emocionada, emocionante. ​O corpo político é desmantelado e transfigurado em fluídos, sensações e imagens. Um acordo comum quanto ao elemento espontâneo do risco. O vocal arde, tecido a mil fios elétricos armados. Processado em tempos reais, o corpo se extende aos (d)efeitos. A percussão traz os timbres da conga sincopada, da cuíca e o sopro do trombone distorcido. A bateria, os sinths e o bassline, de Zopelar e Sávio, estabelecem uma pulsação melódico-harmônica incansável impregnada pelo krautrock, no wave, industrial, noise, acid e experimental. O resultado dessa mistura não tem gênero.  É um eletrônico devorado e devolvido a pista como ritual coletivo performático.

https://www.instagram.com/tetopretofisssial/

SOBRE PERFORMANCE

A TRANSÄLIEN

Corpa híbrida transitando entre a utopia e o mistério, A TRANSÄLIEN é artista transmídia, produtora cultural, curadora de arte, corpo-espetáculo, DJ, idealizadora da Coletividade MARSHA! e articuladora pelos direitos das pessoas trans e travestis no Brasil. A TRANSÄLIEN, identidade pós-humana híbrida de uma alienígena e transexual ressignifica os pressupostos equivocados de abjeção acerca das corporeidades trans, desintegrando valores constituídos sob o imaginário popular, transformando sua existência numa potência artística e política.

https://www.instagram.com/atransalien/

Alma Negrot

Alma Negrot é um artista multimídia que desdobra seu trabalho em perfomance, maquiagem e direção de arte através de editoriais de moda, publicidade ou videoclipes. Suas poéticas  permeiam as infinitas possibilidades de existência e suas potências através da manufatura do corpo e ressignificação de símbolos experimentando desde cosméticos à materiais de descarte. Atualmente assina beleza de desfiles como Diego Gama da Casa de Criadores; ministra oficinas de maquiagem criativa em todo país, sendo professor da Escola Madre; é performer residente da festa de música eletrônica Mamba Negra em São Paulo e  também assina direção de arte para projetos de artistas  independentes da nova cena musical como Karol Conka, Johnny Hoocker e Letrux.

https://www.instagram.com/almanegrot/

Juana Chi

Juana Chi é bailarina, professora e coreógrafa. Iniciou seus estudos com dança em 2008 na cidade de Alvorada (RS) na qual nasceu. Profissionalizou-se em Porto Alegre  e atualmente reside em São Paulo onde desenvolve seu trabalho com a dança.

https://www.instagram.com/juana.chi/

Kitty Kawakubo

Kitty Kawakubo, atua como DRAG desde 2015. É dona do ateliê de perucaria criativa, “Perucas A Vapor”, e usa suas mídias sociais como espaço para falar sobre beleza, arte e cultura LGBTQIA+.

https://www.instagram.com/kittykawakubo/

Trinitas

Trinitas é o amor de três bruxas, de onde nasceram feitiços mais fortes que os que o homem havia profetizado, feitiços de união, de conexão e carinho, de fortificação das nossas proteções e de retomada de tudo que nos tiraram. Audre, Carmen e Yris, protegidas pela escuridão, erguem-se em harmônico encanto baseadas na força de todos os elementos, que em sublime conciliábulo fundiram-se à matéria e a virtualidade, canalizando através de cada movimento a restituição que a terra clama às suas filhas. “Nossos encantos reverberarão por séculos sem fim até que a última pedra desse planeta seja destruída.”

https://www.instagram.com/tri.ni.tas/

SOBRE PALCO 2

Grupo MEXA

O Mexa foi criado em 2015 após episódios de violência em alguns centros de acolhida em São Paulo. O grupo realiza ações que transitam entre a arte e a política, assumindo lugares de fala e de falha de conceitos que procuram enquadrar corpos e estéticas. É formado por pessoas em situação de vulnerabilidade, em situação de rua e por membros da comunidade LGBTT que, a partir de derivas, performances, escritas e protestos, criam obras limítrofes, que não se encaixam em categorias precisas. O coletivo já se apresentou em espaços como Esponja, Casa do Povo, Pinacoteca e galeria Jaqueline Martins, além de ter participado de mostras como a VERBO, realizada pela Galeria Vermelho, a 11ª Bienal Sesc de Dança e o festival internacional de teatro MIT. Em 2019, recebeu o Prêmio Denilto Gomes de Dança na categoria olhares para estéticas negras e de gênero.

https://www.instagram.com/ogrupomexa/

SYNTO

Synto é a junção da música eletrônica de pista com ritmos brasileiros. O projeto vem da urgência de tornar a música de rave em algo mais brasileire, misturando techno, house com vertentes como funk, piseiro, baião e forró entre outres. Tupy Suavy e Gabriel DuSolto integrantes da banda Luísa e os Alquimistas e DuSolto somam forças a residente da MAMBA NEGRA, Malka, para um baile repleto de ritmos dançantes e improviso musical de altíssima qualidade.

SOBRE A APRESENTADORA

Paulete Lindacelva

Paulete Lindacelva (1994) é Recifense residindo em São Paulo. Curadora independente, DJ, artista visual e apresentadora, tem sua produção permeada por questões de raça, desobediência de gênero e políticas de afirmação. Acredita na oralidade como veículo condutor e ancestral de saberes.

https://www.instagram.com/pauletelindacelva/

SOBRE VISUAL ARTS

Estúdio Margem
Art works
https://www.instagram.com/estudiomargem/ 

Ivi Maiga Bugrimenko
Fotógrafa
https://www.instagram.com/ivimaigabugrimenko/

Luzco
Artista visual
https://www.instagram.com/luzco__/

RECREIOclubber
Video e Fotografia
https://www.instagram.com/recreioclubber/

GUZAFATIA
Videoarte
https://www.instagram.com/guzafatia/

Junte-se à nossa comunidade

O app SCRUFF possui mais de 15 milhões de usuários no mundo todo. Seja Embaixador SCRUFF Venture para ajudar os LGBTs que estão visitando sua cidade. Tenha uma agenda atualizada das melhores festas, paradas, festivais e eventos. Baixe o app SCRUFF diretamente deste link.