O ator e cantor Brian Falduto (29) revelou que teve dificuldades para expor sua homossexualidade por conta das adversidades que enfrentou ao interpretar o personagem Billy, no filme “Escola de Rock” de 2003, quando ele tinha apenas 11 anos. As informações são da Revista Monet.
Conhecido como “garotinho gay”, ele se torna o estilista da banda no filme e este personagem fez com que ele demorasse até o último ano da faculdade para conseguir “sair do armário”.
“Eu estava em uma negação muito grande enquanto crescia”, disse o ator em uma entrevista ao programa de rádio Cooper and Anthony Show. “Pense nisso: estava na quinta série quando o filme estreou e fui chamado de gay, então alguém me disse que isso não era legal, então pensei ‘ok, então não sou gay’ “.
O ator da “Escola de Rock” diz que ele estava negando o fato de ser homossexual antes mesmo de saber o que era ser um: “Eu estava negando minha sexualidade antes de saber o que ser gay é. Então quando eu percebi que era potencialmente gay, eu já era homofóbico para mim mesmo”.

AFINAL, NASCEMOS GAYS?
A Associação Americana de Psicologia teoriza de que há muitas razões para a formação da orientação sexual de uma pessoa e estas podem ser diferentes para pessoas diferentes, mas entendendo que a sexualidade é determinada em uma idade precoce.
Segundo o psicanalista Alexandre Simões, a orientação sexual, qualquer que seja, é um conjunto de diversas rotas que levam a uma pessoa a ser.
“Homossexualidades, no plural, significa que devemos considerar diversas rotas, inúmeros caminhos e inúmeras situações que confluem para que uma pessoa se sinta atraída por outra do mesmo sexo (…) Não há um único fato, um único determinante, um gene, um trauma, um acontecimento, um amor ou desamor que por si só causem ou provoquem a homossexualidade” – diz em seu vídeo “A homossexualidade e o olhar da psicanálise“.
Já o Freud defende que todos nascem bissexuais e, ao longo do desenvolvimento, as pessoas inconscientemente reprimem o desejo por um dos sexos.
Em seu estudo, Freud questiona a visão determinista sobre as variações sexuais, defendendo que não existe uma sexualidade certa ou errada, ou que uma delas é normal e a outra patológica. Além disso, em 1935 ele respondeu uma carta de uma mãe de um homossexual, dizendo já naquela época que a homossexualidade não podia ser considerada uma doença. Tal atitude é vista de modo positivo por aqueles que lutam contra a LGBTIfobia.
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