O DJ Erick Morillo (49 anos), famoso pelo I Like to Move It, foi encontrado morto em sua casa localizada em Miami, nos Estados Unidos. Os agentes da polícia receberam uma chamada de emergência no local por volta das 10h42.

Segundo informações apuradas pelo TMZ, ainda não se sabe a causa da morte. Morillo enfrentava acusações de assédio sexual e chegou a ser preso no início de agosto após um exame de DNA. A vítima afirmou que recusou as investidas do DJ, mas foi dormir em seu apartamento após tocarem no mesmo evento. Ela teria acordado nua ao lado dele, e ele também estava sem roupas. O ocorrido aconteceu em dezembro de 2019.

DJ Erick Morillo, do hit "I Like to Move It" é encontrado morto
Reprodução

Erick Mortillo foi, além de DJ, produtor e proprietário da Subliminal Records, um dos selos mais importantes de música eletrônica do mundo. Seu hit mais famoso, “I Like to Move It”, ganhou disco de ouro e platina em todos os continentes e ela também é uma das músicas mais solicitadas nas baladas.

Ele também ganhou prêmio de Melhor DJ Internacional em Ibiza no ano de 2002, “The Best House DJ” no Ibiza DJ Awards de 2003, “Best Ibiza Night” em 2004 com as Subliminal Sessions no Pancha Ibiza, e também foi premiado como “melhor DJ” na Mixmag´s Annual Ibiza Awards.

Em 2005 se destacou em Portugal nos Dance Club Awards com os prêmios de “DJ Internacional” e de “Álbum Internacional (My World)”, além de criar um novo projeto de sucesso, a criação da Pacha de Nova Iorque onde é um dos proprietários.

Ele foi produtor musical de grandes artistas como Whitney Houston, Basement Jaxx e Macy Gray. Em setembro de 2017, Morillo foi uma das atrações do Rock in Rio.

Erick Morillo também foi referência no cenário da house music mundial, com passagem em diversas grandes casa de música eletrônica, como Pacha (NY, a qual ele é residente), Ibiza, São Paulo, Buenos Aires, Turnmills em Londres e Dreamers em Marbella.

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Jornalista formado pela PUC do Rio de Janeiro, dedicou sua vida a falar sobre cultura nerd/geek. Gay desde que se entende por gente, sempre teve um desejo de trabalhar com o público LGBT+ e crê que a informação é a melhor arma contra qualquer tipo de "fobia".