A Globo está desenvolvendo um documentário sobre a revista “G Magazine“, revista brasileira que se destacou por ser pioneira em nudez masculina e que circulou de 1997 a 2013. A produção, prevista para ser lançada em junho de 2025 na plataforma Globoplay, está cercada de sigilo, com medidas rigorosas, incluindo contratos de confidencialidade assinados pelos participantes para evitar vazamentos.

Segundo o portal F5, em matéria desta sexta-feira (23), os trabalhos iniciais do documentário já começaram, com a gravação de depoimentos de atores e diretores que estiveram envolvidos com a publicação. As primeiras gravações ocorreram nesta semana, conforme apurado pelo F5, e é vista como uma das grandes apostas para 2025.

A série documental deve explorar os bastidores da revista, abordando desde as histórias dos ensaios fotográficos até as repercussões e desafios enfrentados por alguns dos artistas envolvidos. Personalidades como Alexandre Frota, Mateus Carrieri, Latino, Vampeta, Túlio Maravilha, Tony Salles e Rodrigo Phavanello estão confirmados no documentário.
A expectativa é que mais detalhes sobre o documentário sejam revelados à medida que sua estreia se aproxime.

O que foi a G Magazine
A revista “G Magazine“, originalmente chamada “Bananaloca“, passou por uma mudança de nome após suas cinco primeiras edições para algo que os editores consideraram mais atraente. Focada no público homossexual masculino, a “G Magazine” era conhecida por suas edições mensais com ensaios fotográficos de nudez masculina.

A publicação ganhou notoriedade por quebrar tabus relacionados ao nu masculino e por seu impacto e influência na comunidade LGBTQIA+. Assim, a revista alcançou grande sucesso, circulando por mais de quinze anos e atingindo vendas de até 180 mil exemplares por mês, conforme dados do Instituto Verificador de Circulação (IVC). Esse número representava mais da metade da tiragem média da Playboy na época.

A “G Magazine” foi fundada por Ângelo Rossi, Otávio Mesquita e Ana Fadigas, que juntos contribuíram para o sucesso e a relevância da publicação no cenário editorial brasileiro. No entanto, após alguns anos, Rossi e Mesquita deixaram o projeto, que continuou sob a liderança de Ana Fadigas.
Ana Fadigas, fundadora da G Magazine, relembra histórias e conquistas
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