O papa Francisco criticou as leis que criminalizam relações homossexuais e disse que a Igreja Católica deve agir para acabar com “leis injustas” que afirmam o contrário. Em entrevista à Associated Press publicada nesta quarta-feira (25), porém, ele reforçou a posição doutrinária que trata a homossexualidade como pecado.
“Ser homossexual não é crime“, disse o papa Francisco. “Não é crime. Sim, mas é um pecado. Tudo bem, mas primeiro vamos distinguir entre um pecado e um crime. Também é pecado não ter caridade com o próximo“, acrescentou o pontífice argentino.

O pontífice ainda citou Catecismo da Igreja Católica e ressaltou que os homossexuais devem ser bem-vindos e respeitados. “Somos todos filhos de Deus, e Deus nos ama como somos e pela força que cada um de nós luta pela nossa dignidade“, pontou Francisco à AP.
No último dia 20 de janeiro, Francisco já havia dado outro sinal de abertura a homossexuais na Igreja Católica ao afirmar que “Deus não renega nenhum de seus filhos”. A Igreja Católica ensina que a homossexualidade é um pecado, mas argentino implantou uma postura mais aberta ao longo de seu pontificado.
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