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Raissa Barbosa anunciou na madrugada do último dia 28 de outubro que encerrou seu relacionamento com o Wellington Raposo, mais conhecido pelo nome artístico de Victor Ferraz. O rompimento veio cerca de um mês após o ex-ator pornô pedir a ex-Fazenda em casamento em Dubai.  As informações são da Marie Claire.

Os dois discutiram durante uma live no perfil de Wellington. Em um vídeo que circula nas redes sociais, ele aparece com marcas de agressão no rosto e desviando dos ataques de Raissa. “Eu não tenho currículo de agressão, você tem”, diz ele no vídeo.

Raíssa explica que a briga se iniciou por ela ter ido à uma festa em um motel. “Eu estava em um relacionamento com uma pessoa que assim que eu cheguei em casa começou a ficar alterado (…) ele não aceitou eu não ter levado ele para a festa”, escreveu. “Ligou a live na intenção de me difamar falando que eu o agredi, quando na verdade eu me defendi dele”, ela explicou. “Ele não aceita o término. É tão tóxico que não aceita meus trabalhos e sempre briga por ciúmes.”

Victor Ferraz e Raissa Barbosa terminam noivado
Reprodução

Wellington também se pronunciou nos stories do Instagram, com diversos vídeos dando cada detalhe sobre o que aconteceu. Segundo ele, a live foi feita para que ela parasse de agredí-lo. “Nunca denunciei porque não sabia que mulher também pode ser presa por agressão. Tem homem que tem vergonha de dizer que apanhou da mulher”, disse. “Não foi ciúmes, sou seguro, mas não quero que falte com respeito”, continuou ele. “Nunca dei um tapa nela”.

“Eu tentei, ela também tentou, eu sou grato, ela se esforçou porque não é fácil assumir um ator pornô”, contou, citando a profissão que abandonou para ficar com Raissa, “larguei tudo para ficar com ela”.

“Se eu dou um tapa na Raissa, se ela aparece com uma manchinha de um tapa meu e consegue provar que fui eu, vocês queriam me matar e já estaria preso. Engraçado que se fosse o menino batendo nela, ele já estaria preso”, diz Victor Ferraz.

“Já tiveram várias agressões [dela]. Ela mandou mensagem dizendo que não falou que eu agredi ela. Mas deixou subentendido. Se eu agredi ela, por que não chamou a polícia para mim? Não foi ciúme, ela sabe que eu sou muito seguro. Mas também não quero que falte respeito. Ciúmes é uma coisa, respeito é outra. Uma mulher de 30 anos casada tem que se dar o respeito. Não era para ela estar lá na festa até 3h30 da manhã”, continuou.

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Jornalista formado pela PUC do Rio de Janeiro, dedicou sua vida a falar sobre cultura nerd/geek. Gay desde que se entende por gente, sempre teve desejo de trabalhar com o público LGBT+ e crê que a informação é a a melhor arma contra qualquer tipo de "fobia"