Mark Turnipseed, ex-treinador fitness e pai de dois filhos, passou por uma série de transformações públicas nos últimos anos, culminando em sua recente atuação no OnlyFans. Aos 38 anos, ele voltou à mídia como “Ryan Regency“, autodenominado “atleta bissexual passivo” na plataforma de conteúdo adulto. As informações são da DNA Magazine.

Sexualidade, trabalho e religião
Em 2020, Turnipseed se declarou gay em um ensaio para a Outsports, na época ainda casado com uma mulher e lutando contra a sobriedade. Ele contou que descobriu liberdade ao cuidar de si mesmo, como depilar as pernas enquanto treinava para um triatlo, e ganhou notoriedade on-line como estrela fitness: “No momento em que viram minhas pernas depiladas, senti uma onda de poder e força de aceitação”.
No entanto, em junho de 2024, ele declarou que não era mais gay após se envolver com uma comunidade evangélica. Em um vídeo posteriormente apagado, Turnipseed afirmou ter sido “recuperado do trauma” e começou a pregar contra a homossexualidade, mantendo, no entanto, a postagem de fotos homoeróticas.

Mark Turnipseed retorna ao conteúdo adulto
Entretanto, em um ensaio publicado em 24 de julho em seu site, intitulado From Pastor To Prn: My Evolution Out of Evangelical America, ele relatou que a igreja não atendeu às suas expectativas e que a experiência o fez se sentir sufocado. “Tentei me tornar o que diziam que eu deveria ser: um homem de Deus. Mas quanto mais me aprofundava, mais percebia que não estava tirando as pessoas da escuridão. Eu as estava enterrando nela. Eu estava me enterrando nela”, escreveu ele.
Turnipseed explicou que encontrou no trabalho sexual uma forma de expressão criativa e recuperação do corpo após anos de vergonha. Ele descreveu o ato como uma maneira direta e imediata de lidar com a dor e explorar a criatividade: “Quando estou atuando, seja diante de uma câmera, de um amante ou de um espelho, não estou apenas buscando o prazer. Estou transformando a dor”.

Ademais, ele enfatizou que sua decisão de atuar no OnlyFans não foi motivada por necessidade financeira. “Não me tornei profissional do sexo porque não tinha outras opções. Me tornei profissional porque foi a primeira vez que me permitiram entrar por inteiro na sala”, afirmou.
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