O Canal Brasil promove, até o dia 29 de janeiro, uma programação especial em comemoração ao Mês da Visibilidade Trans. Sempre a partir das 23h15, a maratona apresenta séries, curtas e longas-metragens que abordam temas como identidade de gênero, aceitação, igualdade e tolerância. A iniciativa reforça o compromisso do canal em destacar a pluralidade e refletir sobre questões relacionadas à diversidade.

CONFIRA A PROGRAMAÇÃO
Maratona Mês da Visibilidade Trans
Até 29/01, exibição a partir das 23h15
22 de janeiro (segunda-feira)
- 23h15 – Tea For Two (2018) – 25 minutos
Direção: Julia Katharine
Classificação: 12 anos
Sinopse: Silvia, cineasta de meia-idade, recebe a visita inesperada da ex-esposa enquanto conhece outra mulher que desperta seu interesse. - 23h40 – Valentina (2021) – 95 minutos
Direção: Cássio Pereira dos Santos
Classificação: 12 anos
Sinopse: Valentina, jovem trans, enfrenta desafios ao tentar se matricular com seu nome social em uma escola do interior de Minas Gerais.
23 de janeiro (terça-feira)
- 23h15 – Lui (2018) – 18 minutos
Direção: Cássio Kelm e Denise Kelm
Classificação: 14 anos
Sinopse: Lui, professor de circo, experimenta novas formas de viver seus desejos e afetos enquanto reflete sobre questões de gênero e feminismos. - 23h30 – Três Tigres Tristes (2022) – 86 minutos
Direção: Gustavo Vinagre
Classificação: 16 anos
Sinopse: Três jovens dividem uma quitinete em São Paulo e enfrentam desafios pessoais e coletivos enquanto cuidam de um porquinho-da-índia.
24 de janeiro (quarta-feira)
- 23h15 – MEGG – A Margem que Migra para o Centro (2018) – 15 minutos
Direção: Larissa Nepomuceno e Eduardo Sanches
Classificação: Livre
Sinopse: A trajetória de Megg Rayara, primeira travesti negra no Brasil a conquistar o título de Doutora. - 23h30 – Tudo O Que Você Podia Ser (2023) – 73 minutos
Direção: Ricardo Alves Jr.
Classificação: 16 anos
Sinopse: No último dia em Belo Horizonte, Aisha vive despedidas marcadas pelo afeto e pela amizade.
25 de janeiro (quinta-feira)
- 23h15 – Vaca Profana (2017) – 15 minutos
Direção: René Guerra
Classificação: 16 anos
Sinopse: A história de Nádia, uma travesti que deseja, será e é mãe. - 23h30 – Para Onde Voam as Feiticeiras (2020) – 89 minutos
Direção: Eliane Caffé, Carla Caffé e Beto Amaral
Classificação: 14 anos
Sinopse: Performers LGBTQI+ realizam encenações públicas que abordam questões de gênero e preconceito nas ruas de São Paulo.
26 de janeiro (sexta-feira)
- 23h15 – Inabitável (2020) – 20 minutos
Direção: Enock Carvalho e Matheus Farias
Classificação: 14 anos
Sinopse: Marilene procura sua filha trans desaparecida em um mundo que enfrenta fenômenos inéditos. - 23h35 – Eu, um Outro (2022) – 110 minutos
Direção: Silvia Godinho
Classificação: 12 anos
Sinopse: Três homens trans compartilham jornadas pessoais marcadas pela luta pelo reconhecimento e autoaceitação.
27 de janeiro (sábado)
- 23h15 – Ingrid (2016) – 7 minutos
Direção: Maick Hannder
Classificação: Livre
Sinopse: Ingrid Silva, dançarina do Dance Theatre do Harlem, reflete sobre sua trajetória no balé. - 23h20 – Transversais (2021) – 84 minutos
Direção: Émerson Maranhão
Classificação: 10 anos
Sinopse: Pessoas trans de diferentes contextos compartilham histórias e perspectivas sobre suas vivências.
28 de janeiro (domingo)
- 23h15 – Inabitáveis (2020) – 25 minutos
Direção: Anderson Bardot
Classificação: 14 anos
Sinopse: Um coreógrafo e um jovem menino negro vivem jornadas que exploram homoafetividade e identidade. - 23h40 – Uýra – A Retomada da Floresta (2022) – 70 minutos
Direção: Juliana Curi
Classificação: 12 anos
Sinopse: Uýra, artista trans indígena, utiliza arte performática para educar e combater preconceitos na Amazônia.
29 de janeiro (segunda-feira)
- 23h15 – Memória de Quem (Não) Fui (2021) – 15 minutos – Inédito
Direção: Thiago Kistenmacker
Classificação: 16 anos
Sinopse: A memória de Marina, uma jovem trans, é disputada em busca do reconhecimento de sua identidade. -
23h30 – Bixa Travesty (2019) – 75 minutos
Direção: Claudia Priscilla e Kiko Goiffman
Classificação: 18 anos
Sinopse: Linn da Quebrada reflete sobre identidade de gênero e padrões sociais por meio de sua arte e vida política.
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