Festival MixBrasil divulga curtas-metragens brasileiros e internacionais da edição 2018

O Festival Mix Brasil anuncia os demais curtas-metragens selecionados para as mostras especiais que integram a 26ª edição do festival

mixbrasil brasileiros
BRASILEIROS
Algum Romance Transitório (RJ, dir. Caio Casagrande)
Aos Meus Pés (CE, dir. Felipe Saraiva)
Azul Vazante (SP, dir. Julia Alquéres)
BR3 (RJ, dir. Bruno Ribeiro)
Convite Vermelho (RJ, dir. João Victor Almeida)
Cravo, Lírio e Rosa (RJ, dir. Maju de Paiva)
La Flaca (SP/México/EUA, dir. Adriana Barbosa, Thiago Zanato)
Linda de Morrer (SP, dir. Beto Besant)
Match! (PE, dir. Almir Guilhermino)
Nome Provisório (SP, dir. Bruno Arrivabene, Victor Allencar)
O Arco do Medo (BA, dir. Juan Rodrigues)
O Mistério da Carne (DF, dir. Rafaela Camelo)
Projeto Closet São Paulo (SP, dir. Alice Stamato, Luana Miguel)
Soccer Boys (RJ, dir. Carlos Guilherme Vogel)
Sr. Raposo (GO, dir. Daniel Nolasco)
Subcutâneo (SP/MG, dir. Carlos Segundo)
Tea For Two (SP, dir. Julia Katharine)
Território de Mim (SP, dir. Aline Cortes, Camila Peron, Daniela Moura, Elisângela Cordeiro, Lorena Oliveira, Raul Dias, Yggor Araújo)
Top 10 Lugares em São Paulo (SP, dir. Akira Kamiki)
INTERNACIONAIS
A.M.O.R. (Argentina, dir. Florencia Cardenas, Juan Zaldua)
Adela (Argentina, dir. Evangelina Montes)
Anders (Holanda, dir. Reinout Hellenthal)
Chen Li / Sunken Plum (China/Espanha, dir. Roberto F. Canuto, Xiaoxi Xu)
Coco (Venezuela, dir. Fabián Rodríguez)
Darío (Alemanha/Colômbia, dir. Manuel Kinzer, Jorge Trujillo Gil)
Dorado (Honduras, dir. William Reyes
El Niño Que Quería Volar (Espanha, dir. Jorge Muriel)
Eva – Candela (Colômbia, dir. Ruth Caudeli)
Family of Kink (Alemanha, dir. Simon Schultz)
Femme (EUA, dir. Alden Peters)
Guacho (Argentina, dir. Matias Magnano)
Je Fais Où Tu Me Dis (Suíça, dir. Marie de Maricourt)
Juck (Suécia, dir. Olivia Kastebring, Julia Gumpert, Ulrika Bandeira)
La Disyuntiva (Argentina, dir. Antonio Zucherino)
Lefters (Espanha/Rússia, dir. Luis Germano)
Marguerite (Canadá, dir. Marianne Farley)
MBTI (Coreia do Sul, dir. Hojin Jeong)
Mom’s The Word (Canadá, dir. Joffre Faria Silva)
Nobody is Perfect (Espanha, dir. Beatriz Pérez Martín)
Período (Chile, dir. Danissa Angulo)
Pferdebusen (Áustria, dir. Katrina Daschner)
Pre-Drink (Canadá, dir. Marc-Antoine Lemire)
Projekt Baby (Dinamarca, dir. Johannes Pico)
Skuggdjur (Suécia, dir. Jerry Carlsson)
Toda Mi Alegría (Argentina, dir. Micaela Gonzalo)
Undone (Reino Unido, dir. Francesca Castelbuono)
Visibles (Espanha, dir. Enrique Rey)
La Disyuntiva (Argentina, dir. Antonio Zucherino)
La Disyuntiva (Argentina, dir. Antonio Zucherino)

SOBRE O FESTIVAL
O Festival Mix Brasil de Cinema e Vídeo da Diversidade Sexual surgiu em 1993 através do convite realizado pelo New York Lesbian and Gay Experimental Film Festival que decidiu ampliar seus horizontes e convidar curadores estrangeiros para mostrar as diferentes formas de expressão da sexualidade em outros países. Esse festival, realizado em Nova Iorque, passou a se chamar “MIX New York”. André Fischer foi o responsável pela seleção da programação brasileira desse festival, com o nome Brazilian Sexualities. A partir dessa participação brasileira no festival de Nova Iorque, o Departamento de Cinema do Museu da Imagem e do Som decidiu fazer um convite para sediar uma edição brasileira do festival, que ganhou o nome “I Festival MiX Brasil”, sendo realizado a partir da seleção, realizada por André Fisher, de 76 trabalhos exibidos no Festival de Nova Iorque, editados em 12 programas de curtas. O festival brasileiro estreou dia 5 de outubro de 1993.

Desde a primeira edição foram editadas versões para a apresentação do festival em várias capitais brasileiras. A exibição do primeiro Festival MiX Brasil no Rio de Janeiro, marcada para acontecer na Casa Laura Alvim foi cancelada a 4 dias do evento por Beatriz Nogueira que decidiu que o Rio de Janeiro não estava preparado para esse evento. A apresentação no Rio de Janeiro foi improvisada na Torre de Babel a convite de Ringo Cardia. As edições do festival passaram a ser realizadas anualmente e são bem recebidas por vários segmentos da sociedade por encarar a diversidade sexual de forma aberta.