Jão também compara sua carreira como algo cinematográfico: “Sabe quando a gente assiste filme ou série e você percebe que aquilo não aconteceria na vida real, pois é muito cinematográfico? Quando estou no palco é esse sentimento que tenho, tudo muito cinematográfico, é o meu lugar, meu santuário, minha parada, o que sei fazer de melhor”, conta.
Quando questionado sobre a existência de “2 Jãos“, o das composições íntimas versus o Jão potente dos palcos, ele conta detalhes das suas personas: “Existem os dois. É uma coisa muito doida, sempre me abri muito na música, fui uma criança mais artística, no meu mundo, introspectivo. E a música foi minha válvula de escape pra me entregar. Começou na composição, tocando violão, e quando subi no palco pela primeira vez foi quando senti que estava 1000% confortável. É um outro Jão, mas ele sou eu”, diz.
O apresentador do podcast, Zeca Camargo, foi bem direto em uma pergunta que todos queriam saber sobre suas músicas não deixou de fora a pergunta que todos querem saber ao ouvirem suas músicas: “Você é um cara triste?” A resposta foi direta: “Nunca planejei fazer músicas tristes, fazia músicas do que estava rolando. A maneira como me expresso é um pouco mais dramática do que o usual. Mesmo minhas músicas mais felizes, as pessoas recebem como uma música emocionante, a galera chora no show ouvindo. Pode ser minha voz, a forma como me expresso”, sugere.
Pra finalizar, a pergunta: “Para Jão, o que é o refrão perfeito?” E ele revela que é o que liberta quando canta ou ouve. “Quando junta a melodia e a letra, é quando tudo explode e vira um grande refrão”, finaliza.
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