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A diferença entre orientação sexual e identidade de gênero ainda gera dúvidas, apesar da maior circulação de informações sobre o tema nos últimos anos. Conceitos como transgênero, cisgênero, não binário, heterossexual, homossexual, bissexual e assexual passaram a fazer parte do debate público, mas nem sempre são compreendidos corretamente.

Entenda a diferença entre orientação sexual e identidade de gênero
Entenda a diferença entre orientação sexual e identidade de gênero (Imagem: @gayblogbr)

Orientação sexual diz respeito ao gênero pelo qual uma pessoa sente atração emocional, romântica ou sexual. Não se trata de escolha, mas de uma característica intrínseca. Heterossexuais se atraem por pessoas de outro gênero, homossexuais por pessoas do mesmo gênero e bissexuais por mais de um gênero.

A assexualidade, por sua vez, é geralmente definida como a ausência de desejo sexual por qualquer gênero. No entanto, há situações em que pessoas assexuais podem sentir atração em circunstâncias específicas, o que alguns chamam de “zona cinza” da assexualidade, segundo informações da revista Superinteressante.

Já a identidade de gênero está relacionada à forma como a pessoa se reconhece internamente. Alguém pode se identificar como homem, mulher, ambos ou nenhum dos dois. Pessoas que se identificam com o gênero atribuído no nascimento são chamadas de cisgênero. Quem se identifica com um gênero diferente é transgênero ou transexual. Há ainda quem não se reconheça exclusivamente como homem ou mulher, sendo denominado não binário.

Especialistas apontam que compreender essa distinção é fundamental para reduzir preconceitos. Enquanto a orientação sexual se refere a por quem a pessoa se sente atraída, a identidade de gênero diz respeito a quem ela é. O debate também envolve o respeito ao nome social e aos pronomes escolhidos por pessoas trans. O uso correto dessas referências é considerado parte importante das relações sociais e do reconhecimento da identidade.

De acordo com matéria da Secretaria de Saúde de São Paulo, no Brasil, o uso do nome social é garantido nos serviços do Sistema Único de Saúde (SUS). A medida busca combater a discriminação e promover acolhimento. Deixar de utilizar o nome escolhido é apontado como prática que gera constrangimento e reforça exclusão social.

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