O ator pornô Billy Santoro teria tentado tirar a própria vida após as polêmicas em ser acusado de racista nas redes sociais. Recentemente, Billy criticou manifestantes antirracistas e sugeriu que os brancos “atirem primeiro”. Pela postura, Santoro foi banido do Twitter e OnlyFans, além de ter recebido uma “chuva” de críticas e comentários de ódio.

“Rindo muito América! Vocês deixam os negros saquearem como forma de protesto. Acordem p****! Atirem primeiro” – disse ele no Twitter.

O namorado de Billy, Gage Santoro, disse na mesma rede social que o ator tentou tirar a vida “por culpa do ódio que recebeu pela internet”. Já em outros posts, ele publicou fotos de Santoro em um ambiente hospitalar. Sua conta também foi apagada, mas os prints circulam na web.

“Na última noite o homem que eu amo tentou suicídio baseado no ódio que recebeu. Eu peço que parem. Parem de fazer isso. Ele já se desculpou em todas as plataformas e os ataques continuam. Fiquem bem e amam uns aos outros. Enviem amor, por favor. #rezemporbilly”.

Um pouco antes de ter feito esse post pedindo ajuda ao namorado, Gage tinha rompido seu relacionamento com Billy justamente pelos ataques racistas. Na ocasião, ele disse:

“Visões racistas é o motivo pelo qual encerrei meu relacionamento hoje. Eu defendo todas as vidas negras. Por favor, não me ataquem. Estou tentando corrigir isso. Com amor, Gage”.

Foto: Reprodução

Aparentemente ele voltou atrás e reatou seu relacionamento, apesar de ter manifestado que continua não concordando com a atitude de seu namorado.

“Eu acredito que qualquer pessoa pode mudar. Sei que sua educação parental influenciou seu pensamento. O que foi dito naquele post foi nojento. Não estou defendendo-o nem um pouco. Peço até desculpas à comunidade negra por isso. Mas, por favor, não pensem que eu tenho as mesmas opiniões”.

Com informações de A Capa.

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Jornalista formado pela PUC do Rio de Janeiro, dedicou sua vida a falar sobre cultura nerd/geek. Gay desde que se entende por gente, sempre teve um desejo de trabalhar com o público LGBT+ e crê que a informação é a melhor arma contra qualquer tipo de "fobia".