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Taylor Swift, Cher e Tim Cook (CEO da Apple) se juntaram a uma lista de celebridades e corporações no último dia 26 de fevereiro para pedir que o Senado dos Estados Unidos aprove uma legislação que amplia a proteção legal federal contra a discriminação para os LGBTQIA+.

Chamada de “A Lei da Igualdade“, ela visa alterar a Lei dos Direitos Civis de 1964 para incluir orientação sexual e identidade de gênero como classes protegidas, além de raça, religião, sexo e origem. O PL foi aprovado na Câmara dos Deputados no 25 e agora passará pelo Senado.

Para a lei ser aprovada, será necessário 60 votos no Senado, e por lá há uma divisão de 50 a 50 entre democratas e republicanos.

“Graças a Deus a ‘lei da igualdade passou de casa” – disse Cher no Twitter – “É um crime que precisamos de uma lei para proteger nossas amadas crianças e irmãos e irmãs transgêneros que apenas estão tentando viver suas vidas. Estou muito orgulhosa. Agora precisa passar pelo Senado” – continuou.

“SIM! Dedos cruzados e rezando para que o Senado veja os direitos trans e LGBT como direitos humanos básicos”, disse Taylor Swift no Twitter.

Tim Cook prometeu o apoio da Apple à legislação, dizendo que o Congresso “precisava fazer isso”.

Cher, Taylor Swift e Tim Cook pressionam Senado para aprovar lei de proteção a LGBT+
Reprodução

Outras 160 empresas também se manifestaram em apoio público ao projeto de lei nos últimos anos, incluindo Netflix, Amazon e Nike.

Sobre a aprovação dos deputados no dia 25, o presidente Joe Biden disse que o projeto representa: “um passo crítico para garantir que os Estados Unidos vivam de acordo com nossos valores fundamentais de igualdade e liberdade para todos”.

Republicanos argumentam que a Lei da Igualdade põe em risco a segurança das mulheres, afirmando que “um indivíduo não deve ter o acesso negado a uma instalação compartilhada, incluindo um banheiro e um vestiário, isto é de acordo com a identidade de gênero do indivíduo”, dando também aos atletas trans uma “vantagem injusta”.

Conservadores também alegam que a proposta põe em risco a liberdade religiosa ao expor grupos religiosos a processos judiciais por suas crenças sobre sexualidade e casamento. “Eles serão forçados a deixar suas crenças religiosas de lado ou enfrentar as consequências. Isso é inaceitável”, disse o deputado republicano Andy Biggs, do Arizona.

Com informações da Reuters e Folha de São Paulo

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Jornalista formado pela PUC do Rio de Janeiro, dedicou sua vida a falar sobre cultura nerd/geek. Gay desde que se entende por gente, sempre teve um desejo de trabalhar com o público LGBT+ e crê que a informação é a melhor arma contra qualquer tipo de "fobia".