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A cantora Pabllo Vittar recebeu uma homenagem do governo britânico e agora faz para da lista das cinco inovações que o Reino Unido proporcionou ao mundo pela apresentação que ela fez à rainha Elizabeth durante o evento promovido pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 2019. A informação veio do perfil no Twitter do Escritório de Desenvolvimento para a Commonwealth e de Relações Exteriores (FCDO).
The UK is a leading force for innovation across the globe.
Here are 5 examples of the UK breaking new ground to deliver ambitious change alongside our international partners ⤵️@WFPInnovation | @FldRdy | @UKAMREnvoy | @pabllovittar | @UKUN_NewYork
— Foreign, Commonwealth & Development Office (@FCDOGovUK) January 11, 2021
O show de Vittar aconteceu em Nova York e, na ocasião, ela disse “Obrigada Nações Unidas e Global Citizen pelo convite, que foi uma honra. Vai ter v1ad0 na ONU, sim!”. Já a escolha da drag brasileira se deu para celebrar os 93 anos da monarca.
A apresentação durou cerca de 20 minutos e ela cantou as músicas “Problema Seu” e “Corpo Sensual”. O evento também aproveitou para relembrar os 50 anos da Revolta de Stonewall, considerado um marco na luta pelos direitos dos LGBTs.
Vale lembrar que a drag participou de um debate promovido pela Nestlé que debateu a diversidade dentro do esporte, contando com mediação da jornalista Fernanda Gentil e ex-líbero da seleção brasileira masculina de vôlei, Serginho. Neste, Pabllo Vittar relembra sua formação como artista e disse que a dança foi um fator chave em sua carreira.
“Comecei tendo aulas de dança com uma professora na escola, aos sábados, e depois em um centro comunitário, onde fazia balé e ginástica. Também dançava muito com minhas irmãs na calçada em frente a nossa casa, e tudo isso me deu confiança para estar aqui hoje. E eu trago tudo que aprendi com a dança para a minha carreira, nos meus clipes, e incentivo as pessoas a também dançarem, a se divertirem e se expressarem.
Fiquei muito feliz com a notícia de que a dança virou esporte olímpico e já estou ansiosa para assistir como vai ser esse babado das danças na competição e torcer para o Brasil, porque eu amo dançar. Quando eu comecei a dançar, eu me senti mais confiante, mais dona do meu lugar. Me mostrou que eu pertenço sim, e eu posso transitar e escolher por onde seguir”, disse. Continue lendo.

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