Não foi só São Paulo que aderiu o combate a homotransfobia em suas estações do metrô. Em Salvador, Bahia, as escadarias das estações “Lapa” e “Aeroporto” foram pintadas nas cores do arco-íris para celebrar o dia internacional contra a LGBTIfobia em uma ação promovida pela CCR Metrô Bahia. As informações são do G1.
O governo do estado informa que tem promovido uma série de ações coordenadas pela Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social (SJDHDS) para garantia de direitos, acesso à serviços e proteção contra violações.
Uma das mais recentes foi o lançamento do Guia Prático de Adequação de Nome e Gênero para transexuais e travestis que buscam a mudança do nome social em Salvador, mas que não sabem como iniciar o processo.
Em 2017 foi criado o Centro de Promoção e Defesa de Direitos LGBT e, ao longo de quatro anos, foram realizados cerca de 8,5 mil atendimentos e 4,6 mil acolhimentos do público LGBTQIA+.
O CPDD-LGBT funciona no Casarão da Diversidade, no centro de Salvador. O espaço abriga um conjunto de equipamentos, serviços, ações e iniciativas de cidadania e proteção da população LGBTQIA+.

Há exatos 31 anos, a OMS reconheceu que a homossexualidade não é doença
Neste dia 17 de maio, é comemorado o Dia Internacional do Combate à LGBTfobia. A data é uma homenagem ao dia em que a Organização Mundial de Saúde (OMS) retirou a homossexualidade da Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados com a Saúde, em 1990. Desde então, tem-se usado “homossexualidade” no lugar de “homossexualismo”.
Ao longo da história, a homossexualidade foi vista das mais diferentes formas pelos mais diferentes grupos sociais. Sendo aceita, admirada, tolerada ou condenada, de acordo com as crenças e valores de cada cultura.
Na sociedade judaico-cristã, durante anos, a homossexualidade foi vista como doença e perversão. Em 1952, a Associação Americana de Psiquiatria publicou, no primeiro Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais, que a homossexualidade era uma “desordem” e diversos estudos passaram a ser feitos para comprovar, através da ciência, que o “homossexualismo” era um distúrbio mental. Como não houve nenhuma conclusão, e os estudos apontavam que a homossexualidade era inata do ser humano assim como a heterossexualidade, a Associação Americana de Psiquiatria retirou o “homossexualismo” da lista de transtornos mentais em 1973.
Dois anos mais tarde, a Associação Americana de Psicologia também decidiu retirar a orientação sexual como um transtorno mental, e passou a classificar como uma variação da natureza. Apesar disso, a OMS classificou, em 1977, o “homossexualismo” como doença mental, sendo esta retirada em 1990 durante a revisão da lista de doenças no dia 17 de maio, sendo um importante passo para a aceitação da sociedade e a luta contra a LGBTfobia.
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