GAY BLOG BR by SCRUFF

No Mês da Visibilidade Trans, que tem no 29 de janeiro o seu Dia Nacional, a Coletiva Profanas propõe uma série de lives para debater o tema.

A dramaturga, atriz e performer Manfrin, formada no curso de Artes Cênicas da Universidade São Paulo e que em dezembro estreou no teatro municipal Centro Cultural da Diversidade de São Paulo o espetáculo “Fura!”, conversa com o jornalista Caê Vasconcelos (06/01), as pesquisadoras Diana Brasilis (13/01) e Magô Tognon (20/01) e a atriz Leona Jhovs (27/01).

Caê Vasconcelos, homem trans, repórter da Ponte Jornalismo e autor do livro “Transresistência”, foi o convidado da primeira entrevista da Coletiva Profanas.

Diana Brasilis, mulher trans, feminista, amazonense, 28 anos, sobrevivente, filósofa, antropóloga, modelo, DJ e musa. Amante de artes plásticas, música e cinema. Gateira assumida. Mãe de Kenya e Azura. Esta live foi adiada para fevereiro porque familiares de Diana faleceram vítimas da Covid na semana da entrevista.

Magô Tonhon é maquiadora e educadora de beleza. Mestra em Filosofia pela USP, trabalha como consultora em diversidade desde 2016 atuando em treinamento de equipe em diversas empresas. Já participou desde 2016 de mais de 80 eventos dentre debates, palestras e rodas de conversa. Com Rapha da Cruz forma a dupla LGBeauté. Integra o quadro de professoras nos cursos de Maquiagem Profissional Iniciante da Escola Madre onde também ministra o curso “Beleza É Diversidade”.

Leona Jhovs, multi-a(r)tivista, atriz, diretora, roteirista, apresentadora. Co-fundadora da Casa Chama.

Vale dizer que o Dia Nacional da Visibilidade Trans tem como objetivo promover reflexões sobre a cidadania de travestis, transexuais e pessoas não-binárias. A transfobia ainda é uma realidade muito presente em nosso país, levando as pessoas a abandonarem os estudos, serem expulsas de casa, e enfrentarem grande dificuldade em se inserirem no mercado de trabalho.

“O Brasil, infelizmente, é o país que mais mata pessoas trans no mundo. Com índices muitos mais altos do que os países que o seguem. São mortes violentas, cruéis, que muitas vezes sequer chegam a ser notificadas aos órgãos públicos ou, quando chegam, não observam a verdadeira identidade de gênero das vítimas”, relata a coordenadora do Núcleo de Defesa da Diversidade Sexual e Direito Homoafetivo da Defensoria Pública do Rio de Janeiro (Nudversis), Letícia Oliveira Furtado, ao Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável.

Junte-se à nossa comunidade

O app SCRUFF (Google Play ou App Store) está disponibilizando gratuitamente a versão PRO no Brasil, com todas as funcionalidades premium. Seja Embaixador SCRUFF Venture para ajudar os gays que estão visitando sua cidade. Tenha uma agenda atualizada das melhores festas, paradas, festivais e eventos. São mais de 15 milhões de usuários no mundo todo; baixe o app SCRUFF diretamente deste link.

Jornalista formado pela PUC do Rio de Janeiro, dedicou sua vida a falar sobre cultura nerd/geek. Gay desde que se entende por gente, sempre teve um desejo de trabalhar com o público LGBT+ e crê que a informação é a melhor arma contra qualquer tipo de "fobia".