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Durante a madrugada desde dia 17 de fevereiro, os confinados do Big Brother Brasil 21 conversavam sobre sexo, quando Caio pergunta a Gilberto: “Como é que é esse negócio de ativo e passivo? Como é que é esse trem?”

Gilberto então responde: “Eu acho que se adaptam. Existe, sim, quem tem a preferência, mas eu sou da adaptação”.

“Mas a maioria faz de tudo, né?” – questionou Caio, ao que Gil negou.

“Mas o cara que só recebe goza de que jeito? Desculpa a pergunta” – questiona o fazendeiro.

“A ereção é a mesma para todo mundo. Só que uns sentem mais prazer em ser penetrado e outros em penetrar” – esclareceu Gil.

“‘Chora’ do mesmo jeito” – complementou Rodolffo.

“Teve um cara que eu fiquei que ele não fazia penetração. Ele gostava de ficar abraçado, agarrado e alí era um sexo para ele” – conta Gil“Hum, adoro! Não precisa fazer outras coisas, entendeu? Especificamente, os homens héteros, tem muitos que colocam que sexo só existe com penetração, como se isso fosse primordial, mas não precisa disso”.

Caio então diz: “Já gozei na cueca só de amasso”.

Rodolffo então diz: “Nossa senhora, cê tá doooido, bastiãããão!”

“Gente, mainha tá assistindo” – responde Gil “Mainha, vá dormir, vá! Mainha, por que a senhora tá assistindo? Vá dormir, vá, em nome de Jesus!”.

BBB 21: Caio tira dúvidas sobre ser passivo com Gilberto
Reprodução

HISTÓRIA DA PASSIVIDADE

Na Grécia antiga, os ativos desempenhavam um papel instrutor, enquanto quem fazia o papel de passivo se configurava como alguém mais jovem ou meramente sexualmente inexperiente.

As fontes históricas disponíveis sobre a prática homossexual na Roma Antiga, suas atitudes e a aceitação deste fato são abundantes. Há obras literárias, poemas, gravuras e comentários sobre a condição sexual de todos os tipos de personagens, incluindo imperadores solteiros e casados.

Por outro lado, as representações gráficas são mais raras do que no período da Grécia clássica. Atitudes em relação à homossexualidade mudaram com o tempo de acordo com o contexto histórico, variando de forte condenação a uma aceitação consideravelmente ampla. Na verdade ela foi considerada um costume cultural em certas províncias

Jornalista formado pela PUC do Rio de Janeiro, dedicou sua vida a falar sobre cultura nerd/geek. Gay desde que se entende por gente, sempre teve um desejo de trabalhar com o público LGBT+ e crê que a informação é a melhor arma contra qualquer tipo de "fobia".

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